Destruição causada pelos ataques israelenses à Faixa de Gaza
O ministro das Relações Exteriores de Israel, Eli Cohen, afirmou nesta quarta-feira (18) que o território da Faixa de Gaza, hoje controlado pelo Hamas, vai diminuir.
“No final desta guerra, não só o Hamas deixará de estar em Gaza, mas o território de Gaza também diminuirá”, disse ele na Army Radio, estação de rádio operada pelas Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês).
Uma zona tampão é uma faixa de terra que separa duas regiões com relações conflituosas. Se isso for implementado em Gaza, a população palestina ficará concentrada no sul da região, em situação ainda mais crítica que a vivenciada antes da guerra.
Há dias, Israel vem ordenando que a população palestina se desloque para o sul de Gaza, enquanto inicia invasões terrestres pelo norte. Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), mais de 1 milhão de pessoas deixaram suas casas.
Cerca de 2 milhões de palestinos vivem na Faixa de Gaza , região com 365 km² – área equivalente a um quarto da cidade de São Paulo. Atualmente, com o território completo, a região já é um dos lugares mais densamente populosos do mundo.
Foto da agência russa Sputnik mostra o presidente russo Vladimir Putin e o homólogo chinês Xi Jinping em Astana, em 3 de julho
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, confirmou nesta quinta-feira (12) que receberá seu homólogo chinês, Xi Jinping, em Kazan, no próximo mês de outubro, por ocasião da cúpula dos Brics.
O anúncio foi feito pelo mandatário russo durante encontro com o ministro das Relações Exteriores de Pequin, Wang Yi, em São Petersburgo, segundo a agência Interfax.
De acordo com Putin, as relações entre a China e a Rússia continuam a desenvolver-se “com muito sucesso em todas as direções”, incluindo a “coordenação no cenário internacional”.
Em imagens divulgadas pela mídia russa, Wang destacou que “o presidente Xi está muito feliz em aceitar o convite”.
“Nessa ocasião os dois chefes de Estado terão novas discussões estratégicas”, acrescentou o chanceler, destacando que ambos os líderes “estabeleceram uma confiança mútua sólida e uma amizade profunda”.
O ministro chinês chegou a São Petersburgo para participar da cúpula de altos funcionários e conselheiros de segurança nacional do bloco Brics. Sua visita também foi vista como uma oportunidade para lançar as bases do encontro presencial entre os líderes dos dois países.
A reunião dos Brics está marcada para acontecer entre 22 e 24 de outubro, na cidade russa de Kazan, e será o terceiro encontro presencial de 2024 entre Xi e Putin, poucas semanas antes das eleições presidenciais dos Estados Unidos, em novembro.
Formado inicialmente por Brasil, China, Índia e Rússia em 2009, o bloco foi ampliado com a adesão da África do Sul em 2010 e este ano incluiu vários outros países emergentes, como Egito e Irã. No início de setembro, a Turquia também apresentou um pedido de adesão ao bloco.