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‘Território de Gaza vai diminuir’, diz ministro de Israel

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Destruição causada pelos ataques israelenses à Faixa de Gaza
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Destruição causada pelos ataques israelenses à Faixa de Gaza

O ministro das Relações Exteriores de Israel, Eli Cohen, afirmou nesta quarta-feira (18) que o território da Faixa de Gaza, hoje controlado pelo Hamas, vai diminuir.

“No final desta guerra, não só o Hamas deixará de estar em Gaza, mas o território de Gaza também diminuirá”, disse ele na Army Radio, estação de rádio operada pelas Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês).

Segundo o jornal Times of Israel, a fala do ministro dá força a uma especulação de analistas de que as IDF tentarão criar uma zona tampão dentro da Faixa de Gaza para proteger as cidades fronteiriças do sul de Israel, por onde membros do Hamas entraram no dia 7 de outubro e realizaram ataques surpresa.

Uma zona tampão é uma faixa de terra que separa duas regiões com relações conflituosas. Se isso for implementado em Gaza, a população palestina ficará concentrada no sul da região, em situação ainda mais crítica que a vivenciada antes da guerra.

Há dias, Israel vem ordenando que a população palestina se desloque para o sul de Gaza, enquanto inicia invasões terrestres pelo norte. Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), mais de 1 milhão de pessoas deixaram suas casas.

Cerca de 2 milhões de palestinos vivem na Faixa de Gaza , região com 365 km² – área equivalente a um quarto da cidade de São Paulo. Atualmente, com o território completo, a região já é um dos lugares mais densamente populosos do mundo.

Fonte: Internacional

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MUNDO

Putin confirma encontro com Xi Jinping na Rússia em outubro

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Foto da agência russa Sputnik mostra o presidente russo Vladimir Putin e o homólogo chinês Xi Jinping em Astana, em 3 de julho
Sputnik

Foto da agência russa Sputnik mostra o presidente russo Vladimir Putin e o homólogo chinês Xi Jinping em Astana, em 3 de julho


O presidente da Rússia, Vladimir Putin,  confirmou nesta quinta-feira (12) que receberá seu homólogo chinês, Xi Jinping, em Kazan, no próximo mês de outubro, por ocasião da cúpula dos Brics.

O anúncio foi feito pelo mandatário russo durante encontro com o ministro das Relações Exteriores de Pequin, Wang Yi, em São Petersburgo, segundo a agência Interfax.

De acordo com Putin, as relações entre a China e a Rússia continuam a desenvolver-se “com muito sucesso em todas as direções”, incluindo a “coordenação no cenário internacional”.

Em imagens divulgadas pela mídia russa, Wang destacou que “o presidente Xi está muito feliz em aceitar o convite”.

“Nessa ocasião os dois chefes de Estado terão novas discussões estratégicas”, acrescentou o chanceler, destacando que ambos os líderes “estabeleceram uma confiança mútua sólida e uma amizade profunda”.

O ministro chinês chegou a São Petersburgo para participar da cúpula de altos funcionários e conselheiros de segurança nacional do bloco Brics. Sua visita também foi vista como uma oportunidade para lançar as bases do encontro presencial entre os líderes dos dois países.

A reunião dos Brics está marcada para acontecer entre 22 e 24 de outubro, na cidade russa de Kazan, e será o terceiro encontro presencial de 2024 entre Xi e Putin, poucas semanas antes das eleições presidenciais dos Estados Unidos, em novembro.

Formado inicialmente por Brasil, China, Índia e Rússia em 2009, o bloco foi ampliado com a adesão da África do Sul em 2010 e este ano incluiu vários outros países emergentes, como Egito e Irã. No início de setembro, a Turquia também apresentou um pedido de adesão ao bloco.

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Fonte: Internacional

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queiroz

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