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MUNDO

Zelensky anuncia troca de ministro da Defesa após caso de corrupção

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Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky
Presidencia Ucrânia – 02.08.2023

Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, anunciou que decidiu substituir o ministro da Defesa do país, Oleksiy Reznikov, que deixa o governo em meio a acusações de corrupção. O novo ministro que deve assumir a pasta é Roustem Oumerov, chefe do principal fundo de privatização do país.

O anúncio foi feito nesse domingo (3). Na ocasião, Zelensky disse que se prepara para a maior mudança no sistema de defesa da Ucrânia desde o início do conflito após invasão russa, em fevereiro de 2022.

Em janeiro já haviam suspeitas de compra de alimentos para o exército a preços superfaturados e investigações da imprensa ucraniana indicaram que soldados recebiam equipamentos defeituosos e roupas de verão durante o inverno. A possível exoneração de Reznikov começou a ser discutida em fevereiro.

Antes da demissão, Zelensky anunciou, em 11 de agosto, que todos os funcionários regionais responsáveis pelo recrutamento militar para erradicar um sistema de corrupção seriam exonerados.

A decisão enfraqueceu Reznikov. Com o anúncio desse domingo, Zelensky afirmou que quer mudanças no ministério que, de acordo com ele, precisa de novos formatos e de uma nova abordagem com os militares e com a população.

“Decidi substituir o ministro da Defesa da Ucrânia. Oleksiy Reznikov passou por mais de 550 dias de guerra em grande escala”, disse Zelensky, conforme a agência de notícias Reuters . “Acredito que o ministério precisa de novas abordagens e outros formatos de interação tanto com os militares como com a sociedade como um todo”.

Ele afirmou esperar que o parlamento aprove a indicação de Oumerov, que, segundo ele, “não precisa de nenhuma apresentação adicional”. O presidente ucraniano vai enviar a candidatura de Oumerov ao parlamento para revisão.

Aos 41 anos, o indicado é ex-legislador e participou de negociações sensíveis durante a guerra, como o acordo de cereais do Mar Negro.

Zelensky disse que quer erradicar a corrupção no governo ucraniano para que Kiev alcance a chance de integrar a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) e a União Europeia.

Fonte: Internacional

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MUNDO

Putin confirma encontro com Xi Jinping na Rússia em outubro

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Foto da agência russa Sputnik mostra o presidente russo Vladimir Putin e o homólogo chinês Xi Jinping em Astana, em 3 de julho
Sputnik

Foto da agência russa Sputnik mostra o presidente russo Vladimir Putin e o homólogo chinês Xi Jinping em Astana, em 3 de julho


O presidente da Rússia, Vladimir Putin,  confirmou nesta quinta-feira (12) que receberá seu homólogo chinês, Xi Jinping, em Kazan, no próximo mês de outubro, por ocasião da cúpula dos Brics.

O anúncio foi feito pelo mandatário russo durante encontro com o ministro das Relações Exteriores de Pequin, Wang Yi, em São Petersburgo, segundo a agência Interfax.

De acordo com Putin, as relações entre a China e a Rússia continuam a desenvolver-se “com muito sucesso em todas as direções”, incluindo a “coordenação no cenário internacional”.

Em imagens divulgadas pela mídia russa, Wang destacou que “o presidente Xi está muito feliz em aceitar o convite”.

“Nessa ocasião os dois chefes de Estado terão novas discussões estratégicas”, acrescentou o chanceler, destacando que ambos os líderes “estabeleceram uma confiança mútua sólida e uma amizade profunda”.

O ministro chinês chegou a São Petersburgo para participar da cúpula de altos funcionários e conselheiros de segurança nacional do bloco Brics. Sua visita também foi vista como uma oportunidade para lançar as bases do encontro presencial entre os líderes dos dois países.

A reunião dos Brics está marcada para acontecer entre 22 e 24 de outubro, na cidade russa de Kazan, e será o terceiro encontro presencial de 2024 entre Xi e Putin, poucas semanas antes das eleições presidenciais dos Estados Unidos, em novembro.

Formado inicialmente por Brasil, China, Índia e Rússia em 2009, o bloco foi ampliado com a adesão da África do Sul em 2010 e este ano incluiu vários outros países emergentes, como Egito e Irã. No início de setembro, a Turquia também apresentou um pedido de adesão ao bloco.

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Fonte: Internacional

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queiroz

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