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Agronegócio

Imperatriz realiza até domingo a 54ª Expoimp

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Segue até domingo (14.07) no Parque de Exposições Lourenço Vieira da Silva, em Imperatriz, no Maranhão, a 54ª Exposição Agropecuária de Imperatriz (Expoimp). Promovida pelo Sindicato Rural de Imperatriz (Sinrural), a Expoimp se destaca como a maior feira de agronegócio do estado e uma das mais relevantes do Brasil.

Com o tema “O agro do futuro chegou!”, a feira reflete o compromisso com inovações e soluções que estão moldando o futuro do setor. A Expoimp apresenta as mais recentes tecnologias e tendências que têm revolucionado tanto a produção agrícola quanto a pecuária, proporcionando um espaço para capacitações, cursos e a troca de experiências entre os participantes.

Este ano, a feira atrai produtores, empresários do setor e o público em geral, oferecendo uma ampla gama de atividades que vão desde exposições de máquinas e insumos até palestras sobre práticas sustentáveis e novas técnicas de cultivo. A valorização do trabalho de pequenos, médios e grandes produtores rurais da região é uma das prioridades da Expoimp, que busca impulsionar o desenvolvimento do agronegócio maranhense.

Além das oportunidades de negócios e networking, a Expoimp também conta com atrações de entretenimento, proporcionando uma experiência completa para todos os visitantes. A expectativa é que o evento não apenas promova inovações, mas também fortaleça laços e parcerias dentro do setor, contribuindo para um agronegócio mais dinâmico e sustentável no Maranhão.

Fonte: Pensar Agro

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Agronegócio

Atenção para a declaração de rebanho obrigatória

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A atualização cadastral dos rebanhos, obrigatória para produtores rurais em todo o país, ganha força neste ano com a abertura das primeiras janelas de declaração em diferentes estados. Embora o calendário varie conforme a unidade da Federação, a exigência já se consolidou como um dos principais instrumentos de controle sanitário da pecuária brasileira.

Em Goiás, a primeira etapa de 2026 ocorre entre 1º e 31 de maio, conforme cronograma da Agência Goiana de Defesa Agropecuária. O procedimento é obrigatório e exige que o produtor informe a situação atualizada dos animais na propriedade, incluindo nascimentos, mortes e movimentações.

A exigência, no entanto, não é isolada. Estados como Rio Grande do Sul já realizam a declaração entre abril e junho, enquanto Paraná segue calendário semelhante. No Centro-Oeste, modelos semestrais também são adotados, com etapas distribuídas ao longo do ano, como ocorre em Mato Grosso do Sul. Já em Mato Grosso e Rondônia, a atualização costuma ocorrer no fim do ano, concentrada entre novembro e dezembro.

Apesar das diferenças de prazo, a lógica é a mesma em todo o país: manter um banco de dados atualizado sobre o rebanho nacional, permitindo resposta rápida a eventuais surtos sanitários e maior controle da movimentação animal.

Na prática, o produtor deve declarar todas as espécies existentes na propriedade — de bovinos e suínos a aves, equinos, ovinos, caprinos, abelhas e animais aquáticos — garantindo que o cadastro reflita a realidade atual da produção.

A medida ganhou ainda mais importância com o avanço do Brasil no status sanitário internacional, especialmente após a retirada gradual da vacinação contra febre aftosa em diversas regiões. Com menor margem para erro, a rastreabilidade e o controle do rebanho passaram a ser considerados essenciais para a manutenção de mercados e abertura de novos destinos para a carne brasileira.

Além da sanidade, os dados também são utilizados para orientar políticas públicas e planejamento do setor. Informações atualizadas permitem dimensionar com precisão o tamanho do rebanho, direcionar campanhas de controle de doenças e apoiar decisões comerciais.

O descumprimento da obrigação pode gerar penalidades, incluindo multas e restrições operacionais. Na prática, o produtor fica impedido de emitir a Guia de Trânsito Animal (GTA), documento indispensável para transporte e comercialização, o que pode travar a atividade dentro da porteira.

Com a digitalização dos sistemas, o processo tem migrado para plataformas online, o que amplia o acesso, mas também exige atenção redobrada do produtor quanto a prazos e regularidade cadastral.

Em um cenário de maior exigência sanitária e competitividade internacional, a declaração de rebanho deixou de ser apenas uma obrigação burocrática e passou a integrar a estratégia produtiva da pecuária brasileira — com impacto direto sobre a segurança do sistema e a capacidade de acesso a mercados.

Fonte: Pensar Agro

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queiroz

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