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MATO GROSSO

Polícia Civil autua quatro pessoas por esbulho possessório, associação criminosa armada e tentativa de homicídio em Chapada dos Guimarães

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A Polícia Civil autuou, nesta quarta-feira (21.1), quatro pessoas pelos crimes de esbulho possessório, associação criminosa armada e tentativa de homicídio, no município de Chapada dos Guimarães.

As autuações decorrem de diligências policiais realizadas na manhã do dia anterior (20), durante o cumprimento de intimações relacionadas a uma denúncia de invasão de propriedade rural. Na ocasião, houve troca de tiros entre os suspeitos e policiais civis.

Conforme apurado pela Delegacia de Polícia de Chapada dos Guimarães, um idoso, de 68 anos, procurou a unidade policial para registrar ocorrência relatando uma tentativa de invasão de sua propriedade, localizada no Distrito de João Carro. De acordo com a vitima, os suspeitos teriam rendido o caseiro e, efetivamente, ocupado a área.

Diante dos fatos, o delegado de polícia da unidade, Bruno Barcellos, determinou o deslocamento de uma equipe policial até o local com o objetivo de intimar os envolvidos a comparecerem à delegacia para prestar os devidos esclarecimentos.

Ao chegarem à propriedade, os policiais civis se identificaram e foram recebidos a tiros pelos suspeitos. Houve imediata resposta da equipe e, durante a ação, um policial civil e um dos suspeitos foram atingidos por disparos de arma de fogo.

Durante a investida, outro policial conseguiu abordar um dos envolvidos, que se encontrava no interior do imóvel, acompanhado da esposa, e em posse de uma pistola. Outros dois suspeitos fugiram em uma caminhonete, mas foram localizados e interceptados por policiais militares na rodovia MT-251, próximo à região do Rio dos Peixes.

O policial ferido foi encaminhado para atendimento médico no município de Chapada dos Guimarães, enquanto o suspeito baleado foi levado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC). Ambos receberam atendimento médico e não correm risco de morte.

De acordo com o delegado Bruno Barcellos, os suspeitos alegavam possuir processo de regularização fundiária junto ao Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat). No entanto, após diligências e investigações, foi constatado que se trata de uma associação criminosa voltada à invasão de terras.

“A atuação firme e técnica dos nossos policiais civis foi fundamental para cessar a ação criminosa e impedir a continuidade das atividades desse grupo”, destacou o delegado Bruno.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Sema embarga área por saneamento clandestino despejado em córrego de Mirassol D´Oeste

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A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) embargou uma área do município de Mirassol D´Oeste, por operação de sistema de saneamento clandestino, até que seja promovida a regularização ambiental. Durante a autuação, ocorrida na sexta-feira (17.4), os fiscais identificaram o local da escavação que permitiu a entrada de resíduos sólidos e líquidos brutos no sistema de drenagem pluvial, que deságua no Córrego André. Nesta quarta-feira (22), equipes da Sema voltam ao local para fazer a coleta em vários pontos no córrego para análise em laboratório.

Foi verificado também o descarte de resíduos no local oriundos do serviço de limpa fossa. A ação imediata, requerida pela Promotoria de Justiça da Comarca do município, contou com o auxílio da Polícia Militar Ambiental, por meio da 1ª Companhia Independente de Proteção Ambiental, e Polícia Militar de Mirassol D´Oeste.

De acordo com a Sema, a área já havia sido interditada. “A continuidade das atividades em uma área formalmente interditada configura crime de desobediência à ordem administrativa ambiental e reincidência específica, agravando a responsabilidade penal dos envolvidos”, destacou o diretor da Unidade da Sema em Cáceres, Luiz Sergio Garcia.

Segundo ele, o documento e as provas colhidas serão encaminhados ao Ministério Público do Estado de Mato Grosso e à Delegacia Especializada do Meio Ambiente para apuração no âmbito cível e criminal.

Além da coleta em vários pontos no córrego, será requerido ao município a elaboração do Plano de Recuperação de Áreas Degradadas (PRAD), exigido pelo Sema e pelo Ministério Público para reparar danos ambientais, focando na reabilitação do meio físico e biótico (solo, fauna, flora), na qual envolve diagnóstico, ações de revegetação e monitoramento, visando a estabilidade ambiental da área.

A introdução de carga orgânica in natura em sistema clandestino provoca a degradação sistêmica do corpo hídrico, com reflexos diretos no Rio Jauru e na bacia do Rio Paraguai, comprometendo a biodiversidade e a saúde pública regional.

Fonte: Governo MT – MT

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queiroz

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