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Adolescente de 14 anos é morta por colega na saída da escola em SP

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Lídia Hadassa de Lima tinha 14 anos
Reprodução

Lídia Hadassa de Lima tinha 14 anos

Uma adolescente de 14 anos morreu após ser esfaqueada na saída da Escola Estadual José Carlos Monteiro em Júlio Mesquita , interior do estado de São Paulo , nesta terça-feira (23). Segundo a polícia , o autor do crime é um estudante de 15 anos, que desferiu os golpes contra Lídia Hadassa de Lima após uma discussão.

De acordo com a PM , os dois jovens tinham saído do colégio há pouco tempo e caminhavam por uma rua próxima quando houve o desentendimento. Irritado, o adolescente que portava a arma branca atingiu a vítima com dois golpes e fugiu logo em seguida.

Ferida, a jovem foi levada para um Pronto Socorro próximo, mas não resistiu aos ferimentos, que atingiram a virilha e o tronco.

Ao realizar diligências nas próximidades, os policiais encontraram o autor do crime próximo a uma região de mata da cidade. O adolescente estava em estado de choque, segundo os agentes, e com ferimentos à faca produzidos por ele mesmo. A polícia suspeita que ele tenha tentado se envenenar após o crime.

Ele foi levado ao Hospital das Clínicas de Marília e, após passar por atendimento, encaminhado para Delegacia de Júlio Mesquita, onde foi autuado em flagrante. Ele irá cumprir medida socioeducativa na Fundação Casa.

Apesar de a polícia desconfiar de um suposto relacionamento entre os dois, a família da vítima negou. Segundo parentes de Lídia, eles eram apenas amigos, mas o adolescente teria cometido o crime justamente pela estudante se achar muito jovem para namorar.

O autor, inclusive, já havia enviado mensagens ao pai da vítima falando sobre suas intenções de namorar a Lídia.

As aulas na unidade escolar onde a adolescente estudava estão suspensas até a próxima segunda-feira (29) em razão da morte, afirmou a Secretaria de Estado da Educação.

O corpo de Lídia Hadassa de Lima será enterrado nesta tarde no Cemitério Municipal de Júlio Mesquita.

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Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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