POLÍTICA
ALMT reconhece empreendedoras e profissionais da BPW Cuiabá
Publicado
2 anos atrásem
Por
oestenews
A BPW reúne mulheres atuantes no empreendedorismo e profissionais em diversas áreas em várias partes do mundo. Localmente, juntas elas são parte da mola propulsora do mercado mato-grossense e responsáveis por geração de emprego e renda em nosso estado. Essas mulheres que estão em diversas frentes de atuação foram homenageadas na noite de ontem (25), pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) pela importância de suas presenças em Mato Grosso. A homenagem para 115 mulheres de negócios foi proposta e entregue pelo presidente da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho (União).
A BPW – Associação de Mulheres de Negócios e Profissionais – tem como objetivo orientar e coordenar o desenvolvimento das mulheres de negócios e profissionais junto ao poder público e ao mercado. Entre suas atuações, a participação, atualmente, na Câmara Setorial Temática (CST) de Apoio ao Empreendedorismo e às Micro e Pequenas Empresas, em atividade na ALMT.
A presidente da BPW Cuiabá, Rubia Ranzani, defendeu a adoção de políticas públicas voltadas a elas, como diminuição de impostos, programas de capacitação com infraestrutura e acesso diferenciado a linhas de crédito. “Falta melhorar o crédito destinado às empresas geridas por nós mulheres. Aqui temos o banco municipal, mas mesmo este tem burocracia. O crédito não chega exatamente aquela empresária que enfrenta dificuldade e, às vezes tem seu nome negativo. É aí que elas mais precisam e o crédito lhes é negado”, citou.
Não competimos e sim nos completamos. Eu vendo produtos de beleza de uma marca, quem gosta destes produtos dá preferência para mim e assim entre nós, nos completamos”, disse, acrescentando que “sobre a homenagem estou muito emocionada pelo olhar do Poder Público que através do deputado Eduardo Botelho vem reconhecer o nosso trabalho no mês de março. Para nós março é mulher e estamos muito felizes”.
O presidente da AL, Eduardo Botelho afirmou que “essas mulheres representam todas as mulheres que lutam, que empreendem. Para ele “quanto mais mulheres buscarem a independência e alcançarem a autonomia financeira, não precisarão se submeter a relacionamentos abusivos ou até mesmo serem vítimas de violência doméstica, pois não dependerão de terceiros para se sustentar. E empresárias empoderadas podem inspirar e influenciar outras mulheres, a partir de seus exemplos, encorajando outras a empreenderem, abrirem o próprio negócio”, disse.
Ainda segundo ele, “a participação da mulher no mercado de trabalho é apenas uma pequena parte no processo de transformação social, que determinou novos padrões no relacionamento humano. E mulheres empreendedoras não buscam apenas o sucesso nos negócios, mas também inspiram mudanças, quebram barreiras e redefinem o significado de liderança”.
A desembargadora Helena Maria Bezerra Ramos representou a presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso Clarice Claudino. Ela citou casos que demonstram que muitas vezes a mulher é diminuída na sociedade e reconheceu a importância da BPW, justamente por ser “uma instituição de mulheres que querem empoderar outras mulheres”.
A BPW Cuiabá foi fundada em 27 de agosto de 2001, por mulheres de negócios e profissionais, lideradas pela jornalista e empresária Sueli Batista dos Santos. Abaixo você confere as homenageadas:
Adriana Terrabuio
Adriane Cunha Oliveira da Silva
Aifa Naomi Uehara de Paula
Alessandra de Souza Boaventura
Aline Quintão
Aline Rhubia Scandiuzzi de Souza
Ana Carolina dos Santos Costa
Ana Eliza Lucialdo Peixoto
Ana Paula Pucineli
Angelica Anai Ângulo
Anna Maria Barreto Souto
Antonia Benedita Calazans Wayhs
Assimini Said Yunes
Ataina Dorileo dos Santos Vaz
Aura Moura de Andrade Pimenta Vinaud
Aurea Maria Barbosa Monteiro
Barbara Amaral Arruda Maciel
Bianca Valéria Buchner Bosso
Celi Volek Ferraz
Carmem Lucia Santos de Sousa Salles
Claudiane Corrêa da Costa
Cleide Anteres Lima Franco
Cleide Moreno de Alcântara
Daniela Argenta
Danyelle P. Oliveira Coelho
Deize Aguena Moreira
Elaine Cristina G. S. Paiva de Paula
Eliane Almeida Marques
Eliane Lima de Oliveira
Elizabete Fernandes da Silva
Erika Borges Soler
Eugenia Dias de Oliveira
Evelyn Ludwig Delucci
Fátima Cristina Marinho Corrêa Borges
Fernanda Ribeiro Darold
Franciny Lucia Campos Pinto Lima
Geanette Palhano Lugo
Georgia Filipovitch Ferreira
Helaine Aparecida Vascondes Magalhães
Helenisséia Wanubia de Jesus Dávalos
Jacinta Rosa Okde
Janaina Palhano Lugo
Janeiva Barboza da Silva Rondon
Joeli Mariane Castelli
Joyce Roberta Oliveira Barbosa Pascoal Coelho
Juliana A. H. Aranda
Jurema de Lara Pinto Correa
Kamilla Vilela
Kelly Cristina Dias Lelis
Lais Nair Sales de Araújo
Lara Tavares Neiva
Larissa Aguida
Laurivalda Gomes Barbosa (Nika)
Lenissa Claudia Rodrigues
Ligis Lins Balieiro
Liliana Cavalcante de Moraes
Lívia do Nascimento Moraes Quinteiti
Lucélia Alves Noatto
Ludmila Pardo de Castro Arruda e Sá
Luzmar Benedita de Oliveira
Marcela C. B. Medina
Marciele Patricia da Silva Franco
Mareli Grando
Margareth Lemes de Paula
Margarethe Nunes
Maria Alice Borges de Albuquerque
Maria Aparecida Bazo
Maria do Carmo Paes de Oliveira
Maria Elza Fernandes Ferreira
Maria Fernanda Figueiredo
Maria Jozelda Oliveira Pereira
Maria Luzélia Alves Carneiro Santos
Maridilza Curvo de Aquino
Mariella Maldonado
Marilza Moreira Figueiredo
Maristene Amaral Mato’s Almeida Guedes (Tania Matos)
Marlene Carvalho Barreira Sousa
Mayara Cristhina dos Santos
Maysa do Prado Leão Gomes
Merielly Cristina Nantes
Michelle Malaggi
Miriã Azambuja Fabrini
Monique Evelin Ferreira Costa
Natasha Slhessarenko
Nathalia De Oliveira Meira
Nathália Ribeiro Machado
Neide Alves dos Santos
Neuralice Moreira da Silva
Pamera Lima
Patricia Hayumi Suzuki Ribeiro
Rafaela Bastos de Souza Diniz
Renata London
Rosa Sartor Grando
Rosangela Pelissari
Roselane Goularte dos Santos
Rosimere Joza da Trindade
Rosinei Silva Ferreira
Rubia Delizandra Ranzani Tesch de Oliveira
Samyra Feguri Lopes
Shádia Loriz Ghanem
Simone Aparecida Bernardino Matos
Solange Maria Dalla Vecchia
Sueli Batista dos Santos
Tatiana Maluf
Tatiane de Campos Moreno
Telma Pinheiro Torres Lopes da Costa
Thaís Moreira de Andrade Gama
Thaísa Fernanda Figueiredo Lenzi
Valéria Cardoso
Vania Cristhina M. Ribeiro
Veralice Aparecida Valéria
Wivianynn Pereira Barbosa
Yasmin Ribeiro
Zilda Aparecida Zompero Pazini
Zilda Rosa Carrion Carracedo
Da Redação/Secom
Telefone: (65) 3313-6310
E-mail: imprensa1al@gmail.com
Fonte: ALMT – MT
POLÍTICA
TJMT suspende desocupação em condomínios após pedido da ALMT
Publicado
1 dia atrásem
abril 17, 2026Por
oestenews
Em resposta ao pedido encaminhado pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) nesta sexta-feira (17), a Corregedoria-Geral da Justiça do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) decidiu suspender a medida de desocupação e determinou o encaminhamento do processo à Comissão Regional de Soluções Fundiárias para análise técnica do caso envolvendo famílias que residem nos condomínios Villas das Minas e Villas das Lavras do Sutil I e II, em Cuiabá. A decisão do Judiciário ocorreu após solicitação formal da Assembleia, diante da preocupação com os impactos sociais da medida.
A decisão considera que o caso apresenta potencial impacto social relevante, especialmente diante da possibilidade de cumprimento de medida de imissão na posse envolvendo famílias em situação de vulnerabilidade, e reforça a necessidade de adoção de etapas preparatórias antes de qualquer decisão de desocupação coletiva.
“Recebemos uma decisão muito importante da Corregedoria do Tribunal de Justiça, que representa uma vitória significativa para as famílias dos condomínios Minas e Lavras do Sutil. Ainda não vencemos a guerra, mas conquistamos uma batalha importante, que traz tranquilidade aos moradores que estavam vivendo momentos de angústia. Quero agradecer à Procuradoria da Assembleia e ao Poder Judiciário pela sensibilidade em olhar para essa situação. Esse resultado é fruto de um trabalho conjunto. Agora, vamos continuar dialogando e trabalhando para construir uma solução justa e definitiva para essas famílias. Contem com a Assembleia Legislativa, porque estaremos ao lado de vocês”, comemorou o deputado estadual Max Russi (Podemos), presidente da Assembleia Legislativa.
O procurador da Assembleia Legislativa, Ricardo Riva, explicou que a decisão da Corregedoria do Tribunal de Justiça foi resultado direto do pedido formal apresentado pela Casa, que apontou a necessidade de cumprimento de etapas legais e sociais antes da execução da medida de desocupação.
Segundo ele, a Assembleia solicitou a suspensão da imissão na posse justamente para garantir que o processo observe as exigências previstas na legislação e nas normas que tratam de conflitos fundiários coletivos.
“A Assembleia oficiou a Corregedoria do Tribunal pedindo a suspensão do cumprimento da imissão na posse, ou seja, da retirada das famílias dos apartamentos, porque existem etapas legais e sociais que precisam ser cumpridas antes de qualquer desocupação coletiva. A decisão da Corregedoria foi tomada a partir dessa solicitação e determinou o encaminhamento do processo à Comissão Regional de Soluções Fundiárias para análise técnica do caso”, explicou o procurador.
Ricardo Riva destacou ainda que a medida busca assegurar que qualquer decisão judicial seja precedida de avaliação técnica e de diálogo institucional, garantindo segurança jurídica e proteção às famílias envolvidas.
O pedido da ALMT – No documento encaminhado ao Judiciário, o presidente Max Russi alerta que o cumprimento da ordem de imissão na posse, decorrente de um processo de falência iniciado em 2003, pode resultar na retirada imediata de moradores de suas residências sem que haja medidas adequadas de acolhimento social às famílias afetadas. O ofício destaca que a execução da decisão, da forma como está prevista, pode gerar consequências sociais graves, especialmente para pessoas em situação de vulnerabilidade.
A Assembleia também argumenta que a condução do processo deve observar normas e diretrizes que tratam da proteção de direitos humanos e da mediação de conflitos. Entre os dispositivos citados estão o Provimento nº 23/2023 do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, a Resolução nº 510 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e orientações do Supremo Tribunal Federal (STF), que estabelecem que desocupações coletivas precisam ser precedidas de diálogo entre as partes e da definição de estratégias de atendimento às famílias atingidas.
De acordo com o documento, essas normas determinam que, antes da execução de despejos coletivos, sejam realizadas reuniões preparatórias e elaborados planos de ação que considerem a situação social dos moradores, garantindo alternativas de acolhimento e encaminhamento a programas habitacionais ou de assistência social, sempre que necessário.
Visita aos condomínios – Na noite de quinta-feira (16), Russi esteve pessoalmente nos residenciais para ouvir os moradores e acompanhar de perto a situação. Durante a visita, o parlamentar conversou com os condôminos e manifestou preocupação com a possibilidade de retirada imediata das pessoas de suas casas, destacando o clima de insegurança e aflição vivido pelos moradores. A presença do deputado no local ocorreu após relatos de que centenas de famílias temem perder suas moradias em razão de decisão judicial.
Fonte: ALMT – MT
Publicidade
Qualificação profissional fortalece ações de ressocialização em MT
Corpo de Bombeiros combate princípio de incêndio em indústria de produção de algodão
Homenagem: Escola de Tocantins entrega Medalha de Mérito Acadêmico à desembargadora Helena Ramos
Justiça reconhece erro em cirurgia estética e mantém indenização à paciente
