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BRASIL

Bivar entra em contradição e será cobrado pelo governo Lula

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Luciano Bivar (à esquerda) e Lula
Foto: União Brasil e Ricardo Stuckert/Montagem iG – 29.07.2022

Luciano Bivar (à esquerda) e Lula


O União Brasil está em guerra e deputados federais eleitos no Rio de Janeiro querem deixar a sigla. Porém, Luciano Bivar , presidente da legenda, deixou claro que vai dificultar a saída. O caso parará na Justiça e a tendência que o tema seja debatido durante semanas. A briga também irá respingar no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ( PT ) por causa da ministra Daniela do Waguinho .

A atual ministra do Turismo e mais outros cinco parlamentares da Câmara dos Deputados pediram à Justiça Eleitoral permissão para se desfiliar do União sem perder seus mandatos.

O partido passa por uma espécie de ‘rebelião interna’ em vários estados, com corte de senhas e acusações de fraude.

O prefeito de Belford Roxo (RJ), Wagner Carneiro, filiou-se ao Republicanos sem precisar do aval da sigla ou da Justiça Eleitoral, já que não é deputado.

Além disso, o partido enfrenta divergências em outros estados, como Pernambuco e Mato Grosso do Sul.

Bivar afirmou que o União Brasil investiu dinheiro nas campanhas e exigirá que as cadeiras sigam com o partido. Ele prometeu não facilitar a saída de nenhum parlamentar.

Ele ainda declarou que a saída de Daniela do Waguinho vai criar um conflito com o governo federal, porque o nome dela foi indicado pelo União Brasil para ocupar a pasta de Turismo. Bivar prometeu cobrar o ministério, caso ela deixe a legenda.

Petistas zombam de Bivar e prometem expô-lo

Lideranças do PT comemoraram a fala de Bivar sobre o União Brasil ter indicado Daniela do Waguinho para a pasta de Turismo. Em dezembro do ano passado, ele cobrou mais cargos do governo federal ao dizer que os três ministros filiados a sigla entraram na cota pessoal de Lula.

“Nenhum é da cota do partido. O partido seguirá independente, até porque a gente tem algumas divergências internas. O que o União Brasil se dispôs é contribuir com o ministério, para ajudar no sucesso do governo, que é o sucesso do Brasil”, falou Bivar.

Só que agora o presidente do União Brasil entrou em contradição ao cobrar o Ministério do Turismo. “Ainda não recebi qualquer notificação judicial sobre essas saídas, apenas uma carta de insatisfação. Mas ninguém tem livre trânsito partidário por simples desagrado com qualquer tema. Sobre a Daniela, é importante lembrar que a indicação dela no ministério é do União”, falou Bivar para o jornal O Globo.

A frase foi muito comemorada pelo PT. “Ele caiu em contradição. Agora a gente pegou ele e vamos para cima. Chegou nossa vez de cobrar a conta. O União Brasil não é independente e precisa apoiar o governo. Bivar evidenciou o acordo”, falou um líder petista para a coluna.


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Fonte: Nacional

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BRASIL

Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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