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BRASIL

Brasília celebra 63 anos em festa com juventude e diversão

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Brasília completou 63 anos, nesta sexta-feira (21), com atrações para todas as idades e tribos. Na manhã desta sexta-feira, a professora Heloísa Vieira chegou cedo à Torre de TV para aproveitar o espetáculo infantil com os dois filhos, Arthur e Vinícius. Ela conta que quando ainda estava no caminho já estavam todos curtindo o clima de festa. 

“A gente já veio cantando parabéns pra Brasília. E eu entro no clima pra que seja uma lembrança divertida do aniversário de Brasília”, afirma. Na Torre de TV, eles curtiram primeiro o show de mágica e, depois, o espetáculo A Bela Adormecida. 

A qualidade das apresentações foi um dos pontos altos da festa, segundo Heloísa, mas o encontro de gerações de brasilienses é o que mais importa. “A gente encontra as pessoas de Brasília, as crianças de Brasília. E sempre que a gente lembrar desse momento, a gente vai falar: olha como foi legal aquele dia, como foi importante encontrar outras crianças da nossa cidade e ser feliz, se divertindo junto”. 

A servidora pública Thais Leal também levou os dois filhos pequenos para curtir o espaço das crianças e elogiou a organização do evento. “Achei a estrutura muito boa, eles estão fazendo um rodízio de horário, então a gente não fica muito tempo esperando. As crianças estão curtindo muito”. Para o Pedro e o irmão João, a maior dificuldade foi escolher qual o melhor brinquedo do evento: escorrega inflável, pula-pula ou piscina de bolinha. Dúvida cruel para a criançada.

Memorial dos Povos Indígenas

No Memorial dos Povos Indígenas, a programação inclui oficinas, contação de histórias para crianças, bate-papos e feira de artesanato, reunindo a riqueza cultural de diversas etnias espalhadas pelo Brasil.

Brasília (DF), 21/04/2023 -  Personagem para a matéria aniversário de Brasília. Indigena Mirim Ju Yan Guarani. Foto Valter Campanato/Agência Brasil. Brasília (DF), 21/04/2023 -  Personagem para a matéria aniversário de Brasília. Indigena Mirim Ju Yan Guarani. Foto Valter Campanato/Agência Brasil.

Foto Valter Campanato/Agência Brasil

O indígena Mirim Ju Yan, da tribo Guarani, é um dos organizadores das atividades e explica que a ideia é passar para o público não só a materialidade da cultura indígena, com seus cocares, cerâmicas e cestos, mas também da cultura imaterial, ou seja, das histórias contadas através da oralidade.

Mirim Ju Yan explica que os contos são feitos tanto para crianças quanto para adultos, com uma linguagem acessível para os mais jovens, mas também com muitos ensinamentos para os adultos.

“São histórias tradicionais. Não é apenas a história, por exemplo, dos 500 anos pra cá. Durante nossos encontros, a gente fala sobre esse processo de colonização, nossas resistências. Mas nossas histórias são, principalmente, cosmogônicas e falam sobre a criação dos nossos povos, a partir da ótica dos indígenas. São histórias sobre a natureza, sobre os animais, sobre as estrelas, que trazem esse tempo místico e ancestral”, afirma.

Segundo o IBGE, no Brasil há mais de 1,6 milhão de indígenas, distribuídos em diferentes tribos, cada uma com sua forma de organização, sistemas de parentesco, religiões e mitologias, que faz com que as diversas nações indígenas se diferenciem entre si.

“A nossa consciência não é à toa, ela tem um fundamento. E está em prática a dezenas de milhares de anos. São sabedorias que formam uma consciência de como viver aqui na terra”. 

Abril Indígena

A iniciativa do Abril Indígena vem sendo promovida por diferentes instituições pelo país, a fim de destacar os direitos dos povos originários e sua importância na formação da nossa sociedade. A data decorre do 19 de abril, celebrado em todo o continente desde o 1º Congresso Indigenista Interamericano, realizado no México em 1940.

Veja a programação do Memorial dos Povos Indígenas

22 de abril

9h – 10h – Roda Animal de Poder com defumação

Com Javier Biophillick

10h30 – 12h – Contação de histórias para crianças: História da Via Láctea (Guarani)

Narradora: Mirim Ju

14h30 – 16h – Roda de debate: Descobrimento ou invasão?

Palestrante: Mirim Ju e convidados

23 de abril

10h – 12h – Roda de debate: Línguas Indígenas: saberes únicos

Palestrante: Mirim Ju e convidados

14h – Roda de conversa sobre o livro Oboré: quando a terra fala

Palestrante: Martha Batista

Comemoração

A celebração do aniversário da capital continua durante todo fim de semana. Para os adultos, a programação conta com eventos culturais e shows com grandes nomes da música brasileira. Entre as atrações principais estão Maiara e Maraisa, Joelma, Fundo de Quintal e a Orquestra do Teatro Nacional de Brasília.

Para a criançada, uma programação especial com a Cidade Kids, na Torre de TV, com brinquedos infláveis para as crianças e área pet friendly.  Aberto durante todo o fim de semana, das 10h às 18h, o espaço conta com pintura de rosto, show de mágica com o Tio André, apresentação teatral da Companhia Neia e Nando, além de contação de história com a professora Nyedja Gennari.
 

Fonte: EBC GERAL

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BRASIL

Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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