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Casal que internou idosa à força em tem prisão preventiva decretada

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Maria Aparecida Paiva foi internada à força, como parte de um plano da própria filha e genro
Reprodução – 25.02.2023

Maria Aparecida Paiva foi internada à força, como parte de um plano da própria filha e genro

Neste sábado (25), a Justiça decretou a prisão preventiva do casal suspeito de manter uma idosa internada em duas clínicas psiquiátricas . Patrícia de Paiva Reis e Rafael Machado tinham sido presos na última sexta (24).

Pouco antes, policiais interditaram uma das clínicas psiquiátricas em Petrópolis onde a idosa Maria Aparecida Paiva foi internada à força, como parte de um plano da própria filha e genro, segundo investigadores.

Agentes da 9ª DP (Catete) chegaram por volta das 11h à Clínica Revitalis , que fica no distrito de Araras para fechar o local. Segundo os policiais, o local é investigado por ter sido usado para prática do crime de sequestro qualificado.

Uma outra clínica, identificada como Vista Alegre , que também recebeu a vítima, também é alvo das investigações. Com a interdição, o estabelecimento não pode receber novos clientes e os que já estão em atendimento devem ser transferidos para outros locais.

De acordo com a polícia, a idosa foi internada e sequestrada à força pela filha e o genro motivados por questões financeiras.

Segundo o delegado que investiga o caso, a conduta dos médicos que atenderam Maria Aparecida e atuavam no local também será investigada.

O laudo assinado para ineternação da vítima pela médica Aline Cristina Correia, atestou que ela tinha apresentado quadro depressivo grave e recorrente e delírio, no entanto, nada disso foi confirmado. A médica e o diretor da Clínica Revitalis serão intimados a depor.

“É inacreditável que a internação se sem que a vítima tenha sito atendida previamente por algum médico psiquiátrico”, afirmou o delegado.

A Clínica Revitalis se pronunciou através de uma nota afirmando que “foi procurada por Patrícia de Paiva Reis, que solicitou a internação de sua mãe de 65 anos, com ‘histórico de depressão com episódios de confusão mental”.

Ainda de acordo com o documento apresentado pela Revitalis, “Em 5 dias na clínica, com abordagem multidisciplinar da equipe, foi constatado que a paciente não mais apresentava indicação de internação”.

A clínica ainda disse que em nenhum momento houve resistência ou recusa por parte da paciente em permanecer sob tratamento e que não tem “ligação pessoal com familiares de pacientes sobre qualquer outro interesse que não seja a prestação de serviços assistenciais de saúde”.

O que diz a idosa

No entanto, a idosa relatou que estava desesperada em estar internada em uma clínica psiquiátrica sem estar doente. Maria Aparecida estava internada desde o dia 6.

“Estava saindo do bando e uma ambulância, na mesma calçada, me pegou e me jogou dentro da ambulância. O rapaz falou: “Nós vamos pra Petrópolis, porque lá é melhor’. Mas quem tá fazendo isso ? Sua família. Eu fiquei desesperada, gritando, gritando. Chegamos em Petrópolis, me botaram num quarto, trancado, sem janela, sem nada e eu fiquei lá três dias”, lembra ela em entrevista ao jornal RJ2, da rede Globo.

Ao receber uma visita da filha, depois de um tempo internada, a idosa chegou a achar que iria pra casa, mas na verdade foi transferida para outra clínica. “Desci toda feliz, porque achei que ia embora, quando cheguei lá ela falou que ia pra outra clínica”, lamentou.

Segundo Maria, um dos motivos para que ela fosse internada foi a uma denuncia que ela havia feito contra a filha dizendo que ela estaria maltratando seus netos. Além disso, Maria também enxerga a questão financeira: “Tem questão financeira envolvida também, porque ela tem medo de perder a pensão do filho dela e se essa denúncia vai pro processo ela perde, porque o pai está pedindo a guarda do filho”, acrescentou.

“Olha, eu fico muito triste [disso tudo o que está acontecendo vir da própria filha]. Nunca pensei que isso fosse acontecer. Isso é tão verdadeiro, envolvido no dinheiro, porque no dia que ela me botou na clínica, ela contratou duas faxineiras, limpou meu apartamento e já alugou o apartamento”. Segundo Maria, o imóvel foi alugado para o carnaval.

“Não tenho raiva, só tristeza”, concluiu.


Fonte: IG Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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