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CNJ rejeita pedido do TJDFT para aumentar servidores em home office

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CNJ rejeita pedido do TJDFT para aumentar servidores em home office
Caio Barbieri

CNJ rejeita pedido do TJDFT para aumentar servidores em home office

O Conselho Nacional de Justiça ( CNJ ) rejeitou um pedido feito pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios ( TJDFT ), no ano passado, para aumentar o limite de servidores em regime de teletrabalho. A decisão, divulgada nesta quinta-feira (6), foi tomada pelo ministro Luis Felipe Salomão, corregedor Nacional de Justiça.

Como argumento, o TJDFT utilizou o relatório final produzido pelo Grupo de Trabalho instituído pela Corte local o qual solicitava o aumento do limite percentual de servidores em teletrabalho de 30% para 50% do quantitativo máximo. A justificativa foi fundamentada nas peculiaridades do tribunal.

Atualmente, segundo fontes ouvidas pela coluna do GPS|Brasília , há vários gabinetes em diversas áreas do Judiciário local com a maioria dos funcionários efetivos em regime de trabalho domiciliar.

No entanto, a decisão do CNJ ressaltou que as diretrizes estabelecidas pela Resolução 481/2022 e pelo Procedimento de Controle Administrativo número 0002260-11.2022.2.00.0000, ambas do órgão máximo do Judiciário, não permitem a alteração do percentual já estabelecido.

O ministro Luis Felipe Salomão destacou que, mesmo considerando a natureza singular do perfil de trabalho no TJDFT, o pedido não está em conformidade com as determinações vigentes.

“Com esteio nesses fundamentos, julgo improcedente o pedido formulado, em todo os seus termos”, decidiu o ministro.

A resolução do CNJ estabelece que o número máximo de servidores em regime de teletrabalho não poderá exceder 30% do quadro permanente da Vara, Gabinete ou Unidade Administrativa.

Diante disso, o pedido do TJDFT foi julgado improcedente e o tribunal foi intimado a cumprir a decisão.

Veja a decisão:

PA 0002421.2023 – TJDFT – Teletrabalho – 6.6.2024

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Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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