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Desmonte dos garimpos ilegais no MT são iniciados pela PF

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Operação PF Contra Madeira e Garimpo em Terra Indígena no Mato Grosso - 22.06.202222.06.2022
Divulgação Polícia Federal Mato Grosso

Operação PF Contra Madeira e Garimpo em Terra Indígena no Mato Grosso – 22.06.202222.06.2022

Foi deflagrado pela Polícia Federal nesta terça-feira (21) a nova fase da operação Alfeu, cujo objetivo é reprimir as atividades criminosas de garimpo de ouro e de apropriação ilícita de bens da União nos territórios indígenas de Sararé, localizado próximo aos municípios de Pontes e Lacerda (MT).

Além da PF, o Exército também participa da ação (Operação Águia), a Polícia Militar Ambiental e a Fundação Nacional do Índio (FUNAI). 

O objetivo da nova fase é a apreensão das máquinas utilizadas para ações criminosas. Caso o maquinário esteja em boas condições de funcionamento, e possa ser retirado pela mata, eles serão destinados para os órgãos públicos e municípios das árias degradadas, seguindo assim a determinação judicial.

Já em casos de bens sem valor expressivo ou que a remoção do local seja dificultada, a PF irá destruir os equipamentos para, assim, reprimir as práticas criminosas.

A PF planeja reunir materiais que comprovem as ações, para assim, dar prosseguimento às investigações e identificar os financiadores. É esperado ainda que a corporação desfaça a organização criminosa que vem causando danos ambientais irreversíveis nas terras dos Sararé.

A PF informa que o local é bastante conhecido pela “intensa” atividade de extração ilegal de minério. Segundo a instituição, a prática exige uma atuação da PF de forma mais investigativa e, quando necessário, com ações mais ostensivas.

As regiões centrais da Amazônia são as que mais sofrem com o garimpo ilegal. Com isso, há a necessidade de intervenção das Terras Indígenas de Sararé. Mas essas não são as únicas, uma vez que a Força Nacional vem trabalhando para impedir a exploração dos recursos naturais pelo Brasil.

No dia 15 de março, por exemplo, o Ministério da Justiça e Segurança Pública prorrogou o uso da Força Nacional de Segurança Pública para auxiliar a FUNAI nos locais de terras indígenas nos estados do Pará, Mato Grosso e no Rio Grande do Sul.

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Fonte: IG Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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