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Interesse em aulas de cerâmica como hobby cresce; saiba onde fazer em Brasília

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Interesse em aulas de cerâmica como hobby cresce
Yumi Kuwano

Interesse em aulas de cerâmica como hobby cresce

Cada vez mais as pessoas têm buscado atividades que ajudem a se desconectar dos problemas do dia a dia, e o hobby da vez são aulas de cerâmica. A técnica caiu no gosto de pessoas de todas as idades e em Brasília diversos locais oferecem cursos .

O que muita gente não sabe é que fazer aulas de cerâmica, por ser um trabalho manual que estimula diversas áreas, ajuda na saúde e no bem-estar.

Depois de passar um ano interessada no assunto, a fotógrafa Thamires Gomes começou as aulas em abril, como um hobby com a mãe e se apaixonou. Agora confessa que o dia da aula é o ponto alto da semana.

“Elas me trazem para o presente, me relaxam e me devolvem aquela sensação de estar descansada, coisa que a gente sente só quando dorme. Tem uma mágica, de estar ali no silêncio investindo na argila, que alinha a nossa cabeça”, conta.

A ceramista Mariana Franco começou também como hobby e hoje vive disso. Para ela, era como se fosse uma válvula de escape. Até que as peças chamaram a atenção de conhecidos que sempre pediam.: “ Ah, faz um prato para mim. Ah, quero comprar isso. Até que eu comecei a fazer peças para vender ”. Depois vieram os pedidos para Mariana ensinar a técnica e veio a vontade de passar para as pessoas aquilo que ela sentia em relação a cerâmica.

Mariana poderia passar horas falando sobre os benefícios que encontrou na prática, mas um dos mais interessantes talvez seja o de encontrar o foco. “Quando a pessoa é muito agitada, muito forte, ela te ensina a ser centrado, e quando a pessoa é muito delicada, frágil, precisa de uma robustez, então ajuda a encontrar o equilíbrio”, relata a artista e professora.

O psicólogo Jayme Rabelo explica que trabalhos manuais podem ajudar até no tratamento e nos cuidados de ansiedade e depressão. “São atividades que envolvem criatividade e muito frequentemente o contato em grupo. Então, só esses elementos já são de grande ajuda e enriquecimento no tratamento de psicopatologias”, afirma.

Para a população em geral, ele diz que a técnica traz mais qualidade de vida, ajudando no alívio do estresse, na concentração e na desaceleração, na coordenação motora e no contato e no treino cognitivo. “ Mesmo que através de uma atividade de lazer, um indivíduo vai ter que pensar, vai ter que exercer o potencial criativo, vai ter que tomar escolhas, vai ter que experimentar, vai ter que desenvolver uma nova habilidade, então ele vai ter que passar por todo o processo de desenvolvimento cognitivo, de aprender uma nova coisa”, reforça .

Curso

Em cada estúdio funciona de uma forma. No ateliê Fluidesa, de Mariana Franco, as aulas são ministradas para grupos pequenos, com duração de 2h30 e você pode fazer todas as modalidades, de acordo com o que se identificar melhor.

Se não quiser começar pelo torno, a gente indica fazer pelo menos umas três aulas de modelagem para a pessoa criar alguma intimidade com o material, com a argila, com as ferramentas e as primeiras técnicas e depois ela pode ir fazendo o que ela quiser “, explica.

As aulas são semanais e podem ser feitas por qualquer pessoa. As mensalidades custam a partir de R$ 445.

Escolas e oficinas

– Escola de Cerâmica e Escultura Paulo de Paula
Curso de cerâmica/modelagem – 4 aulas semanais: R$ 420
Curso de escultura/modelagem – 4 aulas semanais: R$ 420
Aula experimental: R$ 140 (duração: 2h30)

Endereço: CLN 112 BL A lj 25
Contato: (61) 99666-5900

– Oficinas com Débora de Amorim
3 encontros (cerca de 15 horas de duração)
Previsão de turma em agosto
Preço médio: R$ 650 com material inclusos
Contato: (61) 98589-7300

Onde comprar

Além de lojas maiores que possuem produtos feitos de cerâmica, também é legal incentivar o trabalho de artistas locais. O Seu Barromeu faz utilitários de mesa, como copos, xícaras, pratos e produtos decorativos. Ele vende atualmente em feiras de Brasília, além do catálogo online disponibilizado no Instagram e WhatsApp (61 98121-3099)

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Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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queiroz

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