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MUNDO

Israel pede que EUA remarquem reunião para discutir ofensiva em Gaza

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Visita do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, à unidade Yalam do Corpo de Engenharia
Kobi Gideon, GPO – 26.10.2023

Visita do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, à unidade Yalam do Corpo de Engenharia

O gabinete do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, pediu que a Casa Branca remarque a visita a Washington D.C. para discutir as alternativas a uma ofensiva em Rafah, cidade que fica ao sul de Gaza. A viagem, inicialmente, estava marcada para essa quarta-feira (27).

Nesta semana, os Estados Unidos se abstiveram em uma votação sobre uma resolução de cessar-fogo na Faixa de Gaza até 9 de abril, no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU). Como resposta, Netanyahu cancelou a viagem, dizendo que Israel não cederia à pressão internacional sobre a guerra.

Em comunicado, o gabinete do premiê israelense afirmou que a decisão dos EUA de não vetar a resolução “prejudica os esforços da guerra” e as tentativas “para libertar os reféns”, segundo o jornal The Times of Israel .

“O lado ruim da decisão dos EUA foi que isso encorajou o Hamas a adotar uma linha dura e a acreditar que a pressão internacional impedirá Israel de libertar os reféns e destruir o Hamas”, disse em nota.

O encontro havia sido um pedido do presidente norte-americano Joe Biden, que afirmou que o cancelamento da reunião foi uma “reação exagerada do governo israelense”.

Em entrevista à TV israelense, John Kirby, porta-voz da Casa Branca, disse que os EUA são contra uma ofensiva terrestre em Gaza e que “é preciso um plano para protegê-los”.

Com a resolução, o Hamas negou a oferta de Israel que previa a troca de 800 prisioneiros palestinos por 40 reféns sequestrados no ataque surpresa do grupo extremista ao país em 7 de outubro do ano passado.

A proposta, aprovada pela primeira vez desde o início do novo confronto entre Israel e Hamas, contou com 14 votos favoráveis.

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Fonte: Internacional

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MUNDO

Putin confirma encontro com Xi Jinping na Rússia em outubro

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Foto da agência russa Sputnik mostra o presidente russo Vladimir Putin e o homólogo chinês Xi Jinping em Astana, em 3 de julho
Sputnik

Foto da agência russa Sputnik mostra o presidente russo Vladimir Putin e o homólogo chinês Xi Jinping em Astana, em 3 de julho


O presidente da Rússia, Vladimir Putin,  confirmou nesta quinta-feira (12) que receberá seu homólogo chinês, Xi Jinping, em Kazan, no próximo mês de outubro, por ocasião da cúpula dos Brics.

O anúncio foi feito pelo mandatário russo durante encontro com o ministro das Relações Exteriores de Pequin, Wang Yi, em São Petersburgo, segundo a agência Interfax.

De acordo com Putin, as relações entre a China e a Rússia continuam a desenvolver-se “com muito sucesso em todas as direções”, incluindo a “coordenação no cenário internacional”.

Em imagens divulgadas pela mídia russa, Wang destacou que “o presidente Xi está muito feliz em aceitar o convite”.

“Nessa ocasião os dois chefes de Estado terão novas discussões estratégicas”, acrescentou o chanceler, destacando que ambos os líderes “estabeleceram uma confiança mútua sólida e uma amizade profunda”.

O ministro chinês chegou a São Petersburgo para participar da cúpula de altos funcionários e conselheiros de segurança nacional do bloco Brics. Sua visita também foi vista como uma oportunidade para lançar as bases do encontro presencial entre os líderes dos dois países.

A reunião dos Brics está marcada para acontecer entre 22 e 24 de outubro, na cidade russa de Kazan, e será o terceiro encontro presencial de 2024 entre Xi e Putin, poucas semanas antes das eleições presidenciais dos Estados Unidos, em novembro.

Formado inicialmente por Brasil, China, Índia e Rússia em 2009, o bloco foi ampliado com a adesão da África do Sul em 2010 e este ano incluiu vários outros países emergentes, como Egito e Irã. No início de setembro, a Turquia também apresentou um pedido de adesão ao bloco.

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Fonte: Internacional

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queiroz

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