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Leite pede desculpas a Gil por fala xenofóbica de vereador

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Gilberto Gil e Eduardo Leite
Gregori Berto

Gilberto Gil e Eduardo Leite

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), pediu desculpas ao cantor Gilberto Gil pelas falas racistas e xenofóbicas do vereador de Caxias do Sul, Sandro Fantinel, sobre trabalhadores baianos.

Leite publicou o vídeo do encontro com o artista, que estava de passagem por Porto Alegre para uma apresentação, em que afirma ao cantor que a fala do vereador “não representa o povo gaúcho”.

“O Rio Grande do Sul teve um episódio triste na semana passada. Você, como representante da Bahia, vim aqui para pedir desculpas pela fala absurda. E falar: não representa o povo gaúcho. Pode ter certeza. Queria pedir desculpas”, afirma o governador.


Em um carrosel de fotos com Gil, Leite ainda enfatizou que todos os baianos são benquistos no Rio Grande do Sul.

“Recepcionei o mestre Gilberto Gil e sua querida Flora em sua passagem pelo RS. Gil, além de um ícone brasileiro, é um símbolo da Bahia, que tanto admiramos e queremos bem. Ele e todos os baianos e brasileiros serão sempre bem-vindos e benquistos no nosso estado.”


Relembre o caso

O discurso do vereador, proferido no plenário da Câmara do cidade, abordava as denúncias de trabalho em condição análoga à escravidão em vinícolas da região. Fantinel afirmou na ocasião que os baianos “vivem na praia, tocando tambor” e, por isso, “era normal que se fosse ter esse tipo de problema”, 

O parlamentar, que foi expulso de seu partido , Patriota, sugeriu ainda que as vinícolas contratassem trabalhadores argentinos, e não mais “aquela gente de cima”.




O Ministério Público Federal (MPF) entrou com uma ação contra Fantinel pedindo que ele pague indenização de, no mínimo, R$ 250 mil por danos morais coletivos pelas ofensas feitas contra os trabalhadores nordestinos.

Na ação, o MPF pede que o valor seja destinado a projetos e campanhas contra o trabalho escravo e a xenofobia, ou a iniciativas em Caxias do Sul que promovam a cultura baiana.

Ao todo, 207 trabalhadores de uma colheita de uva foram resgatados no último dia 22, em um alojamento em Bento Gonçalves (RS).



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Fonte: IG Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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