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Lula diz que vai demarcar ‘maior número possível’ de terras indígenas

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Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) demarcou seis terras indígenas
Marcelo Camargo/Agência Brasil – 10/03/2023

Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) demarcou seis terras indígenas

Nesta sexta-feira (28), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse que pretende cumprir a promessa que fez durante as campanhas eleitorais e demarcar “o maior número possível de terras indígenas” em seu mandato. Ele afirmou que o processo, porém, não é simples e pode levar algum tempo.

“Eu queria que vocês tivessem consciência de que nós vamos fazer tudo aquilo que falamos que vamos fazer durante a campanha. Vamos legalizar as terras indígenas. É um processo um pouco demorado. Nossa ministra (Sonia Guajajara, dos Povos Indígenas) sabe do processo, tem que passar por muitas mãos e a gente vai ter que trabalhar muito para que a gente possa fazer a demarcação do maior número possível de terras indígenas “, disse ele, em evento em Brasília .

“Eu quero não deixar nenhuma terra indígena que não seja demarcada nesse meu mandato de quatro anos. Esse é um compromisso que eu tenho e que eu fiz com vocês antes da campanha”, acrescentou.

Hoje, Lula fez uma visita ao Acampamento Terra Livre, em Brasília, quando demarcou seis terras indígenas em seis estados brasileiros, além de liberar R$ 12,3 milhões para a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai).

A quantia será usada para a compra de insumos, ferramentas e equipamentos às casas de farinha — onde se transforma a mandioca em farinha —, com o objetivo de recuperar a capacidade produtiva das comunidades indígenas Yanomami.

“Eu jamais imaginei que existisse um governo que deixasse crianças e pessoas adultas chegarem aquelas condições. Pessoas que quase não podiam levantar de fome. Crianças com o braço com a grossura de um dedo por falta de comida em um país que é o terceiro produtor de alimento no mundo. Aquele povo estava no esquecimento, estava sendo refém de garimpeiros”, afirmou o presidente em discurso.

O evento ocorre desde 2004 e todos os anos mobiliza centenas de povos indígenas a Brasília. Além de Lula, participavam da cerimônia a primeira-dama Janja da Silva, os ministros Sônia Guajajara (Povos Indígenas), Marina Silva (Meio Ambiente e Mudança Climática), Márcio Macêdo (Secretaria-Geral), Esther Dweck (Gestão), Wellington Dias (Desenvolvimento Social e Combate à Fome), Paulo Pimenta (Secretaria de Comunicação Social), a presidente da Funai, Joenia Wapichana, o líder do governo no Congresso Nacional, senador Randolfe Rodrigues, e o cacique Raoni Metuktire.

Nesta sexta, Lula demarcou seis terras indígenas. São elas:

  • TI Arara do Rio Amônia (AC);
  • TI Kariri-Xocó (AL);
  • TI Rio dos Índios (RS);
  • TI Tremembé da Barra do Mundaú (CE);
  • TI Uneiuxi (AM);
  • TI Avá-Canoeiro (GO).

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Fonte: Nacional

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BRASIL

Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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