BRASIL
Lula participa do G7 com a presença do Papa Francisco
Publicado
2 anos atrásem
Por
oestenews
Nesta sexta-feira (14), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estará presente na cerimônia de boas-vindas ao Papa Francisco, aos chefes de Estado que participarão do G7. O evento iniciou na quinta (12), na Itália, e tem abordado diversas questões de interesse global.
Entre os temas em discussão estão os conflitos na Ucrânia e na Faixa de Gaza, além dos desafios políticos enfrentados pelos Estados Unidos e pela Europa, incluindo o avanço da extrema direita no Parlamento da União Europeia.
Lula também participará da sessão de trabalho do G7 com países convidados e organizações internacionais para debater temas como Inteligência Artificial, Energia, África e Mediterrâneo.
Líderes como Joe Biden, Emmanuel Macron, Rishi Sunak, além de representantes da Alemanha, Canadá e Japão, estão presentes na cúpula.
A presidência rotativa do G7 está sob responsabilidade da primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, que convidou líderes de países não membros do grupo, como o presidente Lula e Javier Milei, chefe da Argentina.
Essa será a oitava participação de Lula no G7, sendo que as seis primeiras ocorreram durante seus mandatos presidenciais entre 2003 e 2010.
O presidente brasileiro confirmou que defenderá temas como inclusão social, combate à fome, à pobreza e à desigualdade, promoção do desenvolvimento sustentável, enfrentamento das mudanças climáticas, reforma das instituições de governança global e a proposta de tributação de 2% da renda dos super-ricos em todo o mundo.
Apesar da participação em diversas atividades e encontros, Lula não agendou reuniões específicas com o presidente Zelensky, da Ucrânia, e Javier Milei, da Argentina.
Lula e a tensão no Brasil
A ida de Lula para Europa ocorre em meio aos conflitos internos do seu governo no Brasil. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT-SP), vive enorme pressão, tanto que rumores sobre sua saída chegaram a acontecer no mercado financeiro, o que foi rapidamente desmentido por assessores do presidente da República.
Com a disparada do dólar e a queda do Ibovespa, Haddad deu entrevista na última quinta e informou que o seu ministério vai acelerar a agenda de corte de gastos públicos. Ele citou que apresentará propostas para acabar com “os privilégios” e também “os super-salários”.
Antes de embarcar para Itália, Lula participou do CIT (Conferência Internacional do Trabalho) para negar que há pressão em torno de Haddad. Ele também declarou que o ministro tem autonomia para realizar seu trabalho no Ministério da Fazenda, acenando publicamente em favor do ministro.
O que é o G7?
O G7, ou Grupo dos Sete, é um fórum composto por sete das economias mais avançadas e desenvolvidas do mundo.
Os membros atuais do G7 são:
- Estados Unidos
- Canadá
- Reino Unido
- França
- Alemanha
- Itália
- Japão
O grupo foi inicialmente criado em 1975 como G6, composto por Estados Unidos, Reino Unido, França, Alemanha Ocidental, Japão e Itália, como uma forma de discutir questões econômicas internacionais. Posteriormente, o Canadá se juntou ao grupo em 1976, transformando-o no G7.
O G7 realiza reuniões anuais para discutir uma ampla gama de questões, incluindo economia global, segurança, meio ambiente, direitos humanos e políticas internacionais.
As discussões e decisões tomadas no âmbito do G7 muitas vezes têm um impacto nas políticas globais e na economia mundial, uma vez que os países membros representam uma parcela substancial do PIB (Produto Interno Bruto) global.
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Fonte: Nacional
BRASIL
Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?
Publicado
1 ano atrásem
janeiro 2, 2025Por
oestenews
Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.
Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.
E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.
Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.
Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.
Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.
No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.
O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.
2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!
Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco
Fonte: Auto
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