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Lula teme que crise na Venezuela afete aliados nas eleições municipais

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Presidente Lula e o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, no Palácio do Planalto em maio de 2023
MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL

Presidente Lula e o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, no Palácio do Planalto em maio de 2023


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) continua preocupado com a situação na Venezuela e pretende insistir na apresentação das atas. Mantendo-se distante de qualquer contato direto com Nicolás Maduro, o presidente tem delegado ao seu assessor político para assuntos internacionais, Celso Amorim, a tarefa de dialogar tanto com a situação quanto com a oposição venezuelana.

Além da preocupação com a política internacional, o petista também teme que a crise venezuelana possa repercutir nas eleições municipais que terão início a partir de 16 de agosto.

Um exemplo disso é Guilherme Boulos (PSOL-SP), pré-candidato à prefeitura de São Paulo e apoiado pelo presidente. Boulos tem sido pressionado pela oposição a se posicionar sobre a crise na Venezuela, embora ele defenda que “seu foco é tratar de pautas relacionadas a São Paulo”. Lula reconhece que o tema pode impactar a corrida eleitoral.

Segundo revelado pelo Portal iG – Último Segundo, o assunto não é unânime dentro da base governista. Uma ala, majoritariamente ligada ao PT, defende a proclamação da vitória de Maduro, enquanto outra ala critica o presidente venezuelano, chamando-o de ditador.

O senador Randolfe Rodrigues, líder do governo no Congresso, foi escolhido informalmente para fazer o contraponto e criticar Maduro.


Preocupação de Lula com o futuro

Recentemente, o encontro de Lula com Gabriel Boric, presidente do Chile, onde reforçou os pedidos das atas, demonstrou que o presidente brasileiro não pretende mudar sua estratégia por enquanto. No entanto, há a compreensão de que essa postura pode não se sustentar indefinidamente.

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Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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