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Agronegócio

Mapa e IBGE preparam o Censo Agropecuário de 2026

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O ministro da Agricultura e Pecuária (Mapa), Carlos Fávaro e o presidente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Márcio Pochmann, estiveram reunidos quarta-feira (21.02) para debater iniciativas de aprimoramento das estatísticas para o melhor planejamento da agropecuária brasileira. Censo Agropecuário de 2026,

O objetivo é aperfeiçoar o sistema para a realização do Censo Agropecuário de 2026, que vai levantaro informações sobre a estrutura, a dinâmica e o nível de produção dessa atividade econômica no país. Atualmente, 11 censos agro foram feitos, desde 1920.

Veja:

Censo Agro – Linha do tempo. Fonte: IBGE

O presidente do IBGE destacou que a relação Mapa-IBGE traz inúmeros benefícios para o campo, com pesquisa, tecnologia e inovação. “Levantamos a possibilidade não só do Censo Agro, mas da realização de pesquisas a respeito da percepção dos produtores do agro brasileiro, com o sentido de melhor orientar e monitorar as políticas públicas para quem está lá no interior, no campo”, explicou o presidente do Instituto.

“Também é importante incluirmos a participação dos institutos de estatística de todos os países membros do grupo para que possamos falar sobre as metodologias mais eficientes que estão lá fora, além de levar outros órgãos governamentais para o debate, como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab)”, completou o ministro.

Fonte: Pensar Agro

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Agronegócio

Atenção para a declaração de rebanho obrigatória

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A atualização cadastral dos rebanhos, obrigatória para produtores rurais em todo o país, ganha força neste ano com a abertura das primeiras janelas de declaração em diferentes estados. Embora o calendário varie conforme a unidade da Federação, a exigência já se consolidou como um dos principais instrumentos de controle sanitário da pecuária brasileira.

Em Goiás, a primeira etapa de 2026 ocorre entre 1º e 31 de maio, conforme cronograma da Agência Goiana de Defesa Agropecuária. O procedimento é obrigatório e exige que o produtor informe a situação atualizada dos animais na propriedade, incluindo nascimentos, mortes e movimentações.

A exigência, no entanto, não é isolada. Estados como Rio Grande do Sul já realizam a declaração entre abril e junho, enquanto Paraná segue calendário semelhante. No Centro-Oeste, modelos semestrais também são adotados, com etapas distribuídas ao longo do ano, como ocorre em Mato Grosso do Sul. Já em Mato Grosso e Rondônia, a atualização costuma ocorrer no fim do ano, concentrada entre novembro e dezembro.

Apesar das diferenças de prazo, a lógica é a mesma em todo o país: manter um banco de dados atualizado sobre o rebanho nacional, permitindo resposta rápida a eventuais surtos sanitários e maior controle da movimentação animal.

Na prática, o produtor deve declarar todas as espécies existentes na propriedade — de bovinos e suínos a aves, equinos, ovinos, caprinos, abelhas e animais aquáticos — garantindo que o cadastro reflita a realidade atual da produção.

A medida ganhou ainda mais importância com o avanço do Brasil no status sanitário internacional, especialmente após a retirada gradual da vacinação contra febre aftosa em diversas regiões. Com menor margem para erro, a rastreabilidade e o controle do rebanho passaram a ser considerados essenciais para a manutenção de mercados e abertura de novos destinos para a carne brasileira.

Além da sanidade, os dados também são utilizados para orientar políticas públicas e planejamento do setor. Informações atualizadas permitem dimensionar com precisão o tamanho do rebanho, direcionar campanhas de controle de doenças e apoiar decisões comerciais.

O descumprimento da obrigação pode gerar penalidades, incluindo multas e restrições operacionais. Na prática, o produtor fica impedido de emitir a Guia de Trânsito Animal (GTA), documento indispensável para transporte e comercialização, o que pode travar a atividade dentro da porteira.

Com a digitalização dos sistemas, o processo tem migrado para plataformas online, o que amplia o acesso, mas também exige atenção redobrada do produtor quanto a prazos e regularidade cadastral.

Em um cenário de maior exigência sanitária e competitividade internacional, a declaração de rebanho deixou de ser apenas uma obrigação burocrática e passou a integrar a estratégia produtiva da pecuária brasileira — com impacto direto sobre a segurança do sistema e a capacidade de acesso a mercados.

Fonte: Pensar Agro

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queiroz

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