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Mendes diz que atos golpistas deram ‘fôlego’ para regulação das redes

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Gilmar Mendes, ministro do STF
Rosinei Coutinho/SCO/STF

Gilmar Mendes, ministro do STF

Nesta segunda-feira (13), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, afirmou que os acontecimentos que ocorreram no dia 8 de janeiro na Praça dos Três Poderes deu um “fôlego” para que as discussões acerca da regulação das redes sociais ocorresse, sendo ela “mais rígida e moderna”. O dia em questão foi marcado por atos golpistas, ao qual manifestantes extremistas invadiram e depredaram as sedes do Congresso Nacional, Governo Federal e do STF.

Em uma palestra sobre liberdade de expressão na sede da Fundação Getulio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro, o ministro disse que “uma regulação mais rígida e moderna para a moderação do conteúdo das redes sociais é urgente e necessária no Brasil. Parece fundamental que um novo regime jurídico aumente a confiabilidade e a previsibilidade na moderação de conteúdo, a partir de garantias processuais e de mecanismos de resolução de disputa mais transparentes nas plataformas”.

Na mesma ocasião, o ministro explanou sobre dois paradigmas que são necessários serem atendidos na regulação das redes. Em primeiro lugar, é importante entende a ideia de “neutralidade” do conteúdo, ao qual abre margem para deixar a responsabilização apenas para os autores de discursos de ódio e criminosos, insentando as plataformas que trabalham com moderação seguindo os regulamentos internos.

Atualmente, a principal legislação que segue neste caminho é o Artigo 19 do Marco Civil da Internet, mas que seguindo os moldes americanos, seguindo o ministro, acaba responsabilizando as plataformas digitais nos casos em que há decisão judicial específica determinando a remoção do conteúdo. Mas Mendes defende que haja um segundo paradigma que, segundo ele, está começando a ser adotado na Europa.

Segundo o ministro, a melhor opção seriam leis que foquem menos nos conteúdos que devem ser moderados, e focar mais no processo instituído pelas  plataformas para essa moderação, dando transparência aos critérios de remoção de discursos.

Mendes afirma ainda que já existe “demarcações” para saber quais conteúdos devem ser proibidos, levando em consideração discursos ilícitos na “tutela penal” existente”. Como exemplo, ele fala das leis que dizem respeito aos crimes contra o Estado democrático de direito, que está em vigência muito antes de falarem sobre redes sociais ou internet.

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Fonte: IG Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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