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BRASIL

Morre no Rio de Janeiro o carnavalesco Mario Borrielo

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O corpo do carnavalesco Mário Borrielo foi velado neste domingo (12) e será sepultado ainda hoje no Cemitério São João Batista, em Botafogo, na zona sul do Rio.

Ele morreu, ontem (11), aos 77 anos, no Hospital Casa Rio Botafogo, na zona sul da cidade. O companheiro dele, Jefferson Borrielo, disse à Agência Brasil, que a causa da morte do marido foi infecção generalizada. Há dois anos ele lutava contra uma leucemia.

“Ele estava internado para tratamento de umas escaras e daí contraiu uma infecção que foi se agravando, se agravando. Os rins pararam, começou a fazer hemodiálise e dessa hemodiálise veio a óbito”, revelou.

Em seu perfil do Twitter, a agremiação Salgueiro prestou homenagem ao carnavalesco que conquistou um campeonato para a escola em 1993 com o enredo Peguei um Ita no Norte e ainda ganhou o prêmio de melhor enredo naquele ano no Estandarte de Ouro.

“A maior homenagem para um artista é o aplauso e hoje, queremos que vocês reverenciem Mário Borriello, artista plástico, salgueirense e carnavalesco que nos provocou uma das imagens mais lindas e inesquecíveis nestes 70 anos: o desfile de 1993. O Salgueiro contagiou e sacudiu a Sapucaí com o Ita de Borriello. Nossa despedida será repleta de gratidão e amor”, postou a vermelha e branco da Tijuca.

Carreira

Formado em belas artes e desenho industrial, a carreira de Mário passou também pelas escolas de samba Estácio de Sá, com o enredo Uma Vez Flamengo, em homenagem ao centenário do rubro negro carioca.

De volta ao Salgueiro, ficou a frente dos enredos de 1997 com De Poeta, Carnavalesco e Louco, Todo Mundo Tem Um Pouco e em e 1998 com Parintins, A Ilha do Boi-Bumbá: Garantido X Caprichoso, Caprichoso X Garantido.

Em 1999 foi para o Império Serrano com o enredo Uma rua chamada Brasil. No ano seguinte criou o enredo Pra Não Dizer Que Não Falei das Flores – O impulso criativo das artes,  em resposta à opressão do regime militar instalado com a Revolução de 64, na União da Ilha. A partir de 2002 esteve novamente no Império Serrano e na sequência na Porto da Pedra e na Tradição.

Fantasias

Borrielo participou ainda e foi premiado em desfiles de fantasias de luxo no Rio de Janeiro e em São Paulo.

Edição: Denise Griesinger

Fonte: EBC Geral

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2 Comments

2 Comments

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BRASIL

Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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