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MATO GROSSO

Nosso Judiciário recebe acadêmicos de Direito da Faipe de Cuiabá

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Nesta terça-feira (10 de outubro), o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) promoveu a visita de acadêmicos do curso de Direito da Faculdade Faipe, pelo Programa Nosso Judiciário. Os alunos do segundo ao oitavo semestres tiveram a oportunidade de conhecer as instalações do prédio, acompanhar uma sessão de julgamento e bater um papo com o juiz da 2ª Vara Criminal de Cuiabá, Geraldo Fidelis.
 
Foi no Espaço Memória que a equipe da Coordenadoria Judiciária falou um pouco sobre a praticidade proporcionada pelo Processo Judicial Eletrônico, o PJe. Hoje, por exemplo, é possível várias pessoas abrirem, por meio dessa plataforma digital, uma intimação ao mesmo tempo sem nenhum problema. Além disso, assuntos fundamentais e que norteiam o mundo jurídico, como o funcionamento da organização interna do Tribunal de Justiça e do Poder Judiciário do estado, foram citados. Cada estudante recebeu, ao final, um exemplar do Glossário Jurídico.
 
Para concluir a visita, o juiz Geraldo Fidelis, que também é coordenador do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e Socioeducativo de Mato Grosso (GMF), proferiu algumas palavras a respeito da condução de sua carreira na magistratura. Da mesma forma, o juiz frisou a importância dessa aproximação do Poder Judiciário com o âmbito acadêmico, como também da satisfação pessoal dele de relembrar momentos especiais ao longo da carreira.
 
“É um momento de duas felicidades. Uma para os alunos, que estão conhecendo o trabalho da Justiça, as dependências e a história do nosso Tribunal através de todas essas relíquias. E para mim, pessoalmente, é importante porque eu me lembro de quando eu vim aqui como recém-advogado e fui atendido com muito carinho. Então, é um momento de muitas recordações e alegria.”, finaliza o juiz.
 
A aluna Safira Gaby de Oliveira, do quarto semestre, também frisou a boa receptividade e acolhimento ao adentrar no TJ, além de todo o conhecimento obtido e que funciona em comunhão com o que foi aprendido nas salas de aula. Tudo isso despertou nela a vontade de fazer parte do Poder Judiciário futuramente. “Foi enriquecedor. Quando a gente faz a faculdade e os professores falam da dimensão e até mesmo da humildade dos juízes e daqueles que nos recepcionam, nos enchem os olhos”, conta a acadêmica.
 
Já para o professor da disciplina de Direito Penal da Faipe, Ronaldo Meirelles, que há cinco anos frequenta e incentiva suas turmas a visitarem o Tribunal por meio do Nosso Judiciário, é uma experiência bastante agregadora, rica e recomendada a todos que tiverem a mesma oportunidade.
 
“É um projeto que encurta essa distância que, muitas vezes, a sociedade acha que os magistrados e os desembargadores têm em relação à população comum. E são conhecimentos que dentro da sala de aula nem sempre é possível serem adquiridos”, ressalta o docente.
 
O acadêmico Ítalo Alcântara, também do quarto semestre, estava em sua segunda visita pelo Tribunal. O jovem relatou a importância de ouvir as orientações e conselhos de pessoas com mais experiência na carreira jurídica. Com isso, dá-se maior confiança a quem está apenas começando na profissão.
 
#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão de pessoas com deficiência visual.
Foto 1: Professor e acadêmicos de Direito posam ao lado do juiz Geraldo Fidelis no Espaço Memória.
Foto 2: Estudantes de Direito, dispostos no Espaço Memória, observam e prestam atenção ao que diz o juiz Geraldo Fidelis, que está no centro da sala.
Foto 3: Com o Glossário Jurídico em mãos, o juiz Geraldo Fidelis posa ao lado de um acadêmico de Direito da Faipe. Ambos estão sorrindo.
 
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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MATO GROSSO

Polícia Militar resgata vítimas de sequestro e prende sete faccionados em Porto Esperidião

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Seis homens e uma mulher, todos membros de uma facção criminosa, foram presos pela Polícia Militar por sequestro e cárcere privado, tortura, lesão corporal e tráfico de drogas, na madrugada deste domingo (19.4), em Porto Esperidião. Na ação, dois homens e uma mulher mantidos em cativeiro foram libertados pela PM.

Conforme o boletim de ocorrência, policiais da cidade vizinha de Glória d’Oeste foram acionados pela esposa de uma das vítimas, que denunciou que seu marido teria sido sequestrado na frente da residência do casal, em Porto Esperidião. A testemunha afirmou que o crime teria sido cometido por três homens encapuzados, que fugiram em uma caminhonete SW4.

Os militares seguiram para o município e solicitaram apoio das equipes de cidades vizinhas e do Grupo Especial de Fronteira (Gefron). O endereço onde acontecia o sequestro foi identificado e os policiais se deslocaram em direção a casa, flagrando alguns suspeitos na frente do imóvel.

Em seguida, os policiais fizeram uma movimentação para abordagem, conseguindo deter dois suspeitos que tentaram fugir. Ao entrarem na casa, os outros cinco suspeitos foram detidos. No interior do imóvel, as três vítimas foram encontradas com as mãos e pés amarrados e algumas lesões pelo corpo.

Em depoimento, uma das vítimas confirmou ter sido sequestrada em casa, enquanto outra vítima afirmou ter sido atraída até o endereço. Elas informaram que estavam sendo mantidas em cárcere para serem cobradas sobre supostos roubos de drogas pertencente aos suspeitos, que seriam membros de uma facção criminosa.

Ainda em relato, as vítimas disseram que estavam sendo agredidas com socos e pauladas pelo corpo, além de serem ameaçadas de morte, e que os criminosos faziam chamada de vídeo com outros integrantes da facção para determinarem as ações que seriam realizadas.

Os policiais fizeram varredura em todo o imóvel e encontraram facas e arames lisos, que estavam sendo usados para amarrar as vítimas, além de cerca de meio quilo de substância análoga à maconha.

Todos os criminosos receberam voz de prisão e foram conduzidos para a delegacia mais próxima para registro da ocorrência e entregues à Polícia Judiciária Civil para demais providências.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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queiroz

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