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POLÍCIA

Operação cumpre mandados contra envolvidos em homicídios, tortura e tráfico de drogas em Alto Araguaia

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Alto Araguaia, deflagou nesta terça-feira (02.04), a Operação Choque de Ordem II’ para cumprimento de seis ordens judiciais, entre mandados de buscas e apreensões e prisões, contra integrantes de associação criminosa envolvidos na prática dos crimes de homicídio, tortura e tráfico de drogas na cidade.

A operação integra os trabalhos da Operação Erga Omnes, deflagrada pela Diretoria da Polícia Civil, para combate à atuação de facções criminosas em todo estado de Mato Grosso.

Dois dos alvos dos mandados de prisão preventiva são investigados pela morte de Aléquis Batista Lúcio, ocorrida no dia 1º de janeiro de 2024. A vítima foi torturada e teve o seu corpo jogado na linha férrea, nas proximidades da cidade.

O terceiro alvo da prisão preventiva é investigado pela participação em duas tentativas de homicídio ocorridas também no início do ano, além de integrar grupo responsável pelo tráfico de drogas na cidade. Após flagrante realizado no dia 05 de janeiro em uma residência localizada no bairro Parque do Cerrado, onde foram encontrados grande quantidade de drogas e arma, também se evidenciou a participação do suspeito nos crimes.

Após esse fato, os investigados fugiram para a cidade de Sonora, estado de Mato Grosso do Sul, onde continuaram na prática de crimes, vindo inclusive a participar da execução de um empresário da cidade, proprietário de uma pizzaria, no dia 21 de janeiro de 2024. Nesta ocorrência um dos suspeitos, que também era objeto de investigação em Alto Araguaia, foi a óbito ao confrontar com as forças policiais.

O outro envolvido, alvo do mandado de prisão da operação deflagrada nesta terça-feira (02), encontra-se preso no presídio de Campo Grande (MS).

Ainda dentro dos trabalhos da operação, está sendo realizado também, com o emprego dos reeducandos da Cadeia Pública local e apoio das Polícias Penal e Militar, a cobertura/repintura de diversas pichações nos muros e logradouros públicos, relacionadas a apologia a crimes.

Segundo o delegado de Alto Araguaia, Marcos Paulo Batista de Oliveira, tem-se constatado que a grande maioria dos crimes verificados na cidade, desde aqueles considerados de menor potencial ofensivo até os crimes graves e hediondos, como homicídio e roubo, passando por aqueles relacionados com violência doméstica, possuem ligação direta com o tráfico e uso de drogas.

“É objetivo da Polícia Civil, seguindo orientação da Direção Geral, combater fortemente a mercancia de drogas na cidade, no escopo da Operação Erga Omnes, que tem abrangência em todo o Estado e será permanente durante o ano de 2024”, pontuou o delegado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLÍCIA

Polícia Civil cumpre buscas para apreender celulares de investigados como mandantes da morte de advogado

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A equipe da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa cumpriu um mandado de busca e apreensão na residência de um casal investigado como mandante da morte ado advogado Roberto Zampieri, ocorrida em dezembro passado.

A ordem judicial foi cumprida na última sexta-feira (12.04), em um endereço do casal na cidade de Rondonópolis. Foram apreendidos celulares dos investigados, porém, os policiais da DHPP apuraram que o casal já havia trocado os aparelhos que são distintos daqueles usados por eles na época do homicídio do advogado.

Após a busca e apreensão em Rondonópolis, o casal foi encaminhado à DHPP em Cuiabá para interrogatório, contudo, utilizaram o direito constitucional de permanecer em silêncio.

Durante as oitivas, os advogados dos investigados apresentaram o aparelho celular de E.B. que era o utilizado por ela na época do homicídio. Porém, o aparelho do marido dela não está mais com o investigado.

O delegado Nilson André Farias, responsável pelas investigações, pontuou que o comportamento do casal é mais um indício de que ambos são mandantes do homicídio.

A DHPP continua com outras oitivas e conforme prova testemunhal no inquérito, a área objeto da disputa que o casal estava perdendo para o advogado Roberto Zampieri, que representava a parte adversária, está avaliada R$ 100 milhões.

A investigação apontou ainda que a família dos investigados estava em posse da fazenda há aproximadamente 20 anos, mas havia uma discussão em relação ao título de propriedade da área. Quando o casal percebeu que poderia perder a terra e acreditando, em virtude de uma proximidade da vítima com quem competia decidir a causa agrária, decidiu contratar uma pessoa para executar Roberto Zampieri.

O casal permanece em cumprimento de medidas cautelares, com monitoramento de tornozeleira eletrônica.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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