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PF afirma que PCC tinha acesso a sistema de câmeras do governo de SP

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Segundo investigações da PF, integrantes do PCC tinham acesso ao Detecta.
Divulgação – 24.03.2023

Segundo investigações da PF, integrantes do PCC tinham acesso ao Detecta.

Investigações da Operação Sequaz da Polícia Federal apontaram que integrantes do PCC (Primeiro Comando da Capital), facção criminosa acusada de planejar sequestro e morte de autoridades, tinha acesso ao “Detecta”, sistema de monitoramento de câmeras do governo do São Paulo lançado em 2014.

A descoberta ocorreu após a Justiça retirar o sigilo da investigação realizada pela PF (Polícia Federal) sobre o plano de matar senador Sérgio Moro. Nas mensagens obtidas pelos policiais, um suspeito pede a um “parceiro” informações sobre a localização de um veículo do qual ele tem interesse.

O sistema Detecta realiza automaticamente o reconhecimento de um veículo utilizando as câmeras de monitoramento.

Logo depois, o suspeito envia outra mensagem pedindo o percurso realizado por um veículo nos últimos dias: ; “Parceiro, precisava saber aonde esse carro andou [de] sábado até hoje. Consegue dar uma força pra mim pra vê no detecta lá”.

Em resposta, o outro homem envia uma imagem ao suspeito com todas as informações do veículo que aparece como propriedade da Polícia Civil, se tratando de uma viatura policial descaracterizada.

“Temos indicativo claro de que os investigados têm acesso a dados que deveriam ser sigilosos, o que permite a eles agir com desenvoltura na prática de crimes, pois conseguem identificar veículos das forças de segurança”, ;afirmou o ;delegado da PF Martin Bottaro.

OPERAÇÃO SEQUAZ

Veja o que foi feito até agora:

mandados cumpridos – 4 de prisão temporária, 7 de prisão preventiva e 24 de busca e apreensão;

operação realizada em 4 Estados – Mato Grosso do Sul, Rondônia, São Paulo e Paraná;

crimes planejados – homicídios e extorsão mediante sequestro; seriam realizados em SP e no Paraná.

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Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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