Marianne Bachmeier, a mãe que matou o assassino da filha no tribunal
Em 2 de março de 1983, Marianne Bachmeier marcou a história da Alemanha e passou a ser conhecida como a ‘mãe da vingança’: ela atirou no assassino da própria filha ainda no tribunal.
A filha de Marianne, chamada Anna, morreu aos sete anos de idade após ser abusada por Klaus Grabowski. Ele já havia cometido outros crimes e foi submetido à castração química para sair da prisão.
Klaus Grabowski morreu no próprio tribunal
Mas, não demorou muito para que ele voltasse a cometer abusos – ele começou a namorar uma mulher que o ajudou a conseguir e injetar hormônios masculinos, o que aumentou a sua libido. Uma das vítimas disso foi Anna.
Com isso, Grabowski voltou à prisão anos depois. O processo até o julgamento foi longo – foram feitas diversas análises entre juízes, psicólogos e assistentes sociais.
Já no primeiro dia de audiência, a mãe compareceu ao tribunal com uma Beretta calibre 22. Quando começou a ouvir o relato de Grabowski sobre o abuso da filha, disparou a arma oito vezes, matando-o na hora. Bachmeier foi presa ali mesmo, sendo acusada de homicídio.
Em uma entrevista 13 anos após o assassinato, Marianne revelou que nunca se arrependeu de ter vingado a morte da filha. Ela faleceu em decorrência de um câncer em 1996, sendo lembrada eternamente como a ‘mãe da vingança’ e com sua história contada em diversas obras da ficção.
Foto da agência russa Sputnik mostra o presidente russo Vladimir Putin e o homólogo chinês Xi Jinping em Astana, em 3 de julho
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, confirmou nesta quinta-feira (12) que receberá seu homólogo chinês, Xi Jinping, em Kazan, no próximo mês de outubro, por ocasião da cúpula dos Brics.
O anúncio foi feito pelo mandatário russo durante encontro com o ministro das Relações Exteriores de Pequin, Wang Yi, em São Petersburgo, segundo a agência Interfax.
De acordo com Putin, as relações entre a China e a Rússia continuam a desenvolver-se “com muito sucesso em todas as direções”, incluindo a “coordenação no cenário internacional”.
Em imagens divulgadas pela mídia russa, Wang destacou que “o presidente Xi está muito feliz em aceitar o convite”.
“Nessa ocasião os dois chefes de Estado terão novas discussões estratégicas”, acrescentou o chanceler, destacando que ambos os líderes “estabeleceram uma confiança mútua sólida e uma amizade profunda”.
O ministro chinês chegou a São Petersburgo para participar da cúpula de altos funcionários e conselheiros de segurança nacional do bloco Brics. Sua visita também foi vista como uma oportunidade para lançar as bases do encontro presencial entre os líderes dos dois países.
A reunião dos Brics está marcada para acontecer entre 22 e 24 de outubro, na cidade russa de Kazan, e será o terceiro encontro presencial de 2024 entre Xi e Putin, poucas semanas antes das eleições presidenciais dos Estados Unidos, em novembro.
Formado inicialmente por Brasil, China, Índia e Rússia em 2009, o bloco foi ampliado com a adesão da África do Sul em 2010 e este ano incluiu vários outros países emergentes, como Egito e Irã. No início de setembro, a Turquia também apresentou um pedido de adesão ao bloco.