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Agronegócio

Representantes do setor algodoeiro vão à China ampliar mercado

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Representantes de diversas instituições do setor algodoeiro, participaram estiveram na China buscando ampliar o mercado asiático para o algodão brasileiro.

“Trata-se de um trabalho que gradativamente vem se fortalecendo junto à China, e que começa a trazer resultados para o Brasil. Desde que passamos a exportar para aquele país atingimos 1,211 milhão de toneladas em 2023/2024, um aumento significativo de market share, ou seja, do percentual de exportação da fibra brasileira”, afirmou Luiz Carlos Bergamaschi, presidente da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa).

A missão fez parte do programa Cotton Brasil, coordenado pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) e a Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea).

Além visitas a indústrias têxteis, encontros com empresários chineses e representantes do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), a comitiva participou do “2024 China Cotton Industry Development Summit”, promovido pela China Cotton Association (CCA) e do Seminário Econômico Brasil-China, organizado pela Apex-Brasil.

A missão, iniciada em 27 de maio, percorreu cidades como Xian, Xangai, Ningbo e Pequim, reforçando a presença do algodão brasileiro em um dos mercados mais dinâmicos do mundo. A comitiva foi organizada pelo programa Cotton Brasil, coordenado pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) e a Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea).

Os resultados da missão foram celebrados como um passo importante para a consolidação do algodão brasileiro no cenário global, destacando o esforço contínuo de internacionalização e fortalecimento das relações comerciais entre Brasil e China.

Fonte: Pensar Agro

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Agronegócio

Atenção para a declaração de rebanho obrigatória

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A atualização cadastral dos rebanhos, obrigatória para produtores rurais em todo o país, ganha força neste ano com a abertura das primeiras janelas de declaração em diferentes estados. Embora o calendário varie conforme a unidade da Federação, a exigência já se consolidou como um dos principais instrumentos de controle sanitário da pecuária brasileira.

Em Goiás, a primeira etapa de 2026 ocorre entre 1º e 31 de maio, conforme cronograma da Agência Goiana de Defesa Agropecuária. O procedimento é obrigatório e exige que o produtor informe a situação atualizada dos animais na propriedade, incluindo nascimentos, mortes e movimentações.

A exigência, no entanto, não é isolada. Estados como Rio Grande do Sul já realizam a declaração entre abril e junho, enquanto Paraná segue calendário semelhante. No Centro-Oeste, modelos semestrais também são adotados, com etapas distribuídas ao longo do ano, como ocorre em Mato Grosso do Sul. Já em Mato Grosso e Rondônia, a atualização costuma ocorrer no fim do ano, concentrada entre novembro e dezembro.

Apesar das diferenças de prazo, a lógica é a mesma em todo o país: manter um banco de dados atualizado sobre o rebanho nacional, permitindo resposta rápida a eventuais surtos sanitários e maior controle da movimentação animal.

Na prática, o produtor deve declarar todas as espécies existentes na propriedade — de bovinos e suínos a aves, equinos, ovinos, caprinos, abelhas e animais aquáticos — garantindo que o cadastro reflita a realidade atual da produção.

A medida ganhou ainda mais importância com o avanço do Brasil no status sanitário internacional, especialmente após a retirada gradual da vacinação contra febre aftosa em diversas regiões. Com menor margem para erro, a rastreabilidade e o controle do rebanho passaram a ser considerados essenciais para a manutenção de mercados e abertura de novos destinos para a carne brasileira.

Além da sanidade, os dados também são utilizados para orientar políticas públicas e planejamento do setor. Informações atualizadas permitem dimensionar com precisão o tamanho do rebanho, direcionar campanhas de controle de doenças e apoiar decisões comerciais.

O descumprimento da obrigação pode gerar penalidades, incluindo multas e restrições operacionais. Na prática, o produtor fica impedido de emitir a Guia de Trânsito Animal (GTA), documento indispensável para transporte e comercialização, o que pode travar a atividade dentro da porteira.

Com a digitalização dos sistemas, o processo tem migrado para plataformas online, o que amplia o acesso, mas também exige atenção redobrada do produtor quanto a prazos e regularidade cadastral.

Em um cenário de maior exigência sanitária e competitividade internacional, a declaração de rebanho deixou de ser apenas uma obrigação burocrática e passou a integrar a estratégia produtiva da pecuária brasileira — com impacto direto sobre a segurança do sistema e a capacidade de acesso a mercados.

Fonte: Pensar Agro

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queiroz

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