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POLÍTICA

Sessão especial da ALMT marca as comemorações do aniversário de Tangará da Serra

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Laudenilo Torres, o Nilinho, foi o primeiro gari de Tangará da Serra, onde chegou em 1963. Brígida Maria Fischer vive na cidade há 33 anos e tem uma história de dedicação ao ensino público e aos trabalhos do Rotary International. Neide dos Santos se instalou na região em 1970, ao lado do marido Saturnino Masson, que foi prefeito do lugar e deputado estadual. Esses três tangaraenses de coração estão entre os 63 moradores homenageados durante a sessão especial promovida pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), na quinta-feira (11), em comemoração aos 47 anos de emancipação político-administrativa de Tangará da Serra.

A sessão para entrega de moções de aplauso fez parte de um conjunto de atividades requeridas pelo deputado estadual Dr. João (MDB) e realizadas ao longo do dia, no Centro Cultural Pedro Alberto Tayano Filho. Na abertura da solenidade, o parlamentar, que é médico nefrologista, relembrou sua chegada ao município, em 2008, para abrir uma clínica de hemodiálise. “Além de tudo o que alcancei como profissional da saúde, Tangará me deu dois diplomas de deputado estadual e hoje busco devolver a este lugar toda a satisfação que encontrei”, afirmou Dr. João.

O prefeito da cidade, Vander Masson (União Brasil), um dos homenageados durante a sessão especial, destacou a participação da ALMT nos avanços vivenciados pela região nos últimos anos e citou obras importantes como a construção do Hospital Regional, a execução das obras da MT 240, MT 339 e um trecho da MT 358. “São obras importantes que contaram com o aval da Assembleia Legislativa para se tornarem realidade”, disse o chefe do Executivo municipal, lembrando ainda das diversas emendas parlamentares que têm possibilitado a compra de ônibus, ambulâncias, investimentos na agricultura familiar e outras melhorias.

A sessão para entrega de moções de aplauso fez parte de um conjunto de atividades requeridas pelo deputado estadual Dr. João (MDB) e realizadas ao longo do dia, no Centro Cultural Pedro Alberto Tayano Filho

Foto: RONALDO MAZZA / ALMT

A sessão especial também teve as participações dos deputados estaduais Reck Junior (PSD) e Paulo Araújo (PP). Reck, assim como Dr. João, tem base eleitoral em Tangará e celebrou o atual momento político do município, que conta com dois parlamentares representantes da região. “É preciso aproveitar esta oportunidade e conectar Tangará aos avanços do estado. Assim, poderemos resolver problemas antigos, especialmente em relação ao abastecimento de água, atendimentos de saúde, infraestrutura da malha viária e fomento à instalação de indústrias”, disse Reck Junior.

Para o deputado Paulo Araújo, que morou em Tangará por dez anos enquanto foi diretor regional de Saúde, as sessões especiais promovidas no interior do estado são fundamentais para aproximar o Legislativo dos moradores e valorizar os pioneiros, gente que viu as cidades crescerem e colaborou para o desenvolvimento delas. É o caso da Brígida Maria Fischer, professora citada no início desta matéria. Ela, que em outra ocasião já havia recebido da ALMT o título de cidadã mato-grossense, contou do sentimento de valorização diante da moção de aplausos. 

“Como professora, contribuí para a formação de muitos moradores da cidade. Como integrante do Rotary, tive a oportunidade de auxiliar muitas famílias. Venho, ao longo dos anos, procurando colocar em prática o lema ‘Dar de si antes de pensar em si’ e, nesta noite, esta frase me acompanhou do começo ao fim”, disse Brígida. 

Além da sessão especial, a ALMT promoveu, ao longo da quinta-feira, uma série de atividades no Centro Cultural de Tangará da Serra. As ações foram desenvolvidas pelo Instituto Memória e pela Assembleia Social e incluíram exposições, palestras, oficinas e apresentações culturais de Estela Ceregatti, Augusto Krebs e Grupo de Siriri Flor de Atalaia.

Tangará da Serra – Localizada na região médio-norte de Mato Grosso, a 240 quilômetros de Cuiabá, a cidade tem mais de 107 mil habitantes, sendo a quinta mais populosa do estado. A fundação ocorreu em 1969 e a emancipação político-administrativa em 13 de maio de 1976. 

Desde a emancipação, a cidade assumiu uma importante posição de polo regional, sendo um dos principais municípios do interior do estado. A migração, tão marcante na história do município, se acentuou nas décadas de 1970 e 1980. Em poucos anos, Tangará da Serra se fortaleceu e cresceu rapidamente, superando, inclusive, o município de origem, Barra do Bugres, bem como outros municípios já constituídos na região.

Fonte: ALMT – MT

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POLÍTICA

TJMT suspende desocupação em condomínios após pedido da ALMT

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Em resposta ao pedido encaminhado pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) nesta sexta-feira (17), a Corregedoria-Geral da Justiça do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) decidiu suspender a medida de desocupação e determinou o encaminhamento do processo à Comissão Regional de Soluções Fundiárias para análise técnica do caso envolvendo famílias que residem nos condomínios Villas das Minas e Villas das Lavras do Sutil I e II, em Cuiabá. A decisão do Judiciário ocorreu após solicitação formal da Assembleia, diante da preocupação com os impactos sociais da medida.

A decisão considera que o caso apresenta potencial impacto social relevante, especialmente diante da possibilidade de cumprimento de medida de imissão na posse envolvendo famílias em situação de vulnerabilidade, e reforça a necessidade de adoção de etapas preparatórias antes de qualquer decisão de desocupação coletiva.

“Recebemos uma decisão muito importante da Corregedoria do Tribunal de Justiça, que representa uma vitória significativa para as famílias dos condomínios Minas e Lavras do Sutil. Ainda não vencemos a guerra, mas conquistamos uma batalha importante, que traz tranquilidade aos moradores que estavam vivendo momentos de angústia. Quero agradecer à Procuradoria da Assembleia e ao Poder Judiciário pela sensibilidade em olhar para essa situação. Esse resultado é fruto de um trabalho conjunto. Agora, vamos continuar dialogando e trabalhando para construir uma solução justa e definitiva para essas famílias. Contem com a Assembleia Legislativa, porque estaremos ao lado de vocês”, comemorou o deputado estadual Max Russi (Podemos), presidente da Assembleia Legislativa.

O procurador da Assembleia Legislativa, Ricardo Riva, explicou que a decisão da Corregedoria do Tribunal de Justiça foi resultado direto do pedido formal apresentado pela Casa, que apontou a necessidade de cumprimento de etapas legais e sociais antes da execução da medida de desocupação.

Segundo ele, a Assembleia solicitou a suspensão da imissão na posse justamente para garantir que o processo observe as exigências previstas na legislação e nas normas que tratam de conflitos fundiários coletivos.

“A Assembleia oficiou a Corregedoria do Tribunal pedindo a suspensão do cumprimento da imissão na posse, ou seja, da retirada das famílias dos apartamentos, porque existem etapas legais e sociais que precisam ser cumpridas antes de qualquer desocupação coletiva. A decisão da Corregedoria foi tomada a partir dessa solicitação e determinou o encaminhamento do processo à Comissão Regional de Soluções Fundiárias para análise técnica do caso”, explicou o procurador.

Ricardo Riva destacou ainda que a medida busca assegurar que qualquer decisão judicial seja precedida de avaliação técnica e de diálogo institucional, garantindo segurança jurídica e proteção às famílias envolvidas.

O pedido da ALMT – No documento encaminhado ao Judiciário, o presidente Max Russi alerta que o cumprimento da ordem de imissão na posse, decorrente de um processo de falência iniciado em 2003, pode resultar na retirada imediata de moradores de suas residências sem que haja medidas adequadas de acolhimento social às famílias afetadas. O ofício destaca que a execução da decisão, da forma como está prevista, pode gerar consequências sociais graves, especialmente para pessoas em situação de vulnerabilidade.

A Assembleia também argumenta que a condução do processo deve observar normas e diretrizes que tratam da proteção de direitos humanos e da mediação de conflitos. Entre os dispositivos citados estão o Provimento nº 23/2023 do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, a Resolução nº 510 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e orientações do Supremo Tribunal Federal (STF), que estabelecem que desocupações coletivas precisam ser precedidas de diálogo entre as partes e da definição de estratégias de atendimento às famílias atingidas.

De acordo com o documento, essas normas determinam que, antes da execução de despejos coletivos, sejam realizadas reuniões preparatórias e elaborados planos de ação que considerem a situação social dos moradores, garantindo alternativas de acolhimento e encaminhamento a programas habitacionais ou de assistência social, sempre que necessário.

Visita aos condomínios – Na noite de quinta-feira (16), Russi esteve pessoalmente nos residenciais para ouvir os moradores e acompanhar de perto a situação. Durante a visita, o parlamentar conversou com os condôminos e manifestou preocupação com a possibilidade de retirada imediata das pessoas de suas casas, destacando o clima de insegurança e aflição vivido pelos moradores. A presença do deputado no local ocorreu após relatos de que centenas de famílias temem perder suas moradias em razão de decisão judicial.

Fonte: ALMT – MT

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