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STF transforma em réus 250 acusados de participarem em ato terrorista

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Terroristas que invadiram a Praça dos Três Poderes no dia 8 de janeiro
MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL

Terroristas que invadiram a Praça dos Três Poderes no dia 8 de janeiro


O Supremo Tribunal Federal decidiu nesta segunda-feira (8) transformar em réus 250 acusados de participarem do ato terrorista de 8 de janeiro, quando invadiram e depredaram as sedes dos Três Poderes em Brasília . Oito ministros votaram a favor da decisão, enquanto dois magistrados foram contrários.

Com o fim do julgamento, a Corte já determinou a abertura de ações penais contra 550 bolsonaristas suspeitas de estarem nos atos golpistas. O tribunal analisa individualmente a situação de um por um para poder dar o voto.

O relator do caso, ministro Alexandre de Moraes, votou a favor da abertura das ações penais. Ele foi acompanhado por Dias Toffoli, Cármen Lúcia, Edson Fachin, Rosa Weber, Gilmar Mendes, Luís Roberto Barroso e Luiz Fux.

Já os magistrados André Mendonça e Nunes Marques rejeitaram 200 denúncias contra pessoas que foram presas por estarem acampadas em frente ao QG do Exército. Porém, eles concordaram em transformar em rés 50 pessoas que invadiram a Praça dos Três Poderes.

Julgamentos feitos pelo STF

O Supremo começou em abril a fazer vários julgamentos de denúncias contra suspeitos de terem participado dos atos golpistas. Até o momento, os ministros já concluíram três blocos de julgamentos.

De 18 a 24 de abril, a Corte transformou 100 pessoas em rés. Entre 25 de abril e 2 de maio, foram mais 200 denunciados feitos em réus. Agora o terceiro boco fez com que 250 bolsonaristas passem a responder por ações penais.

Nesta terça (9), o STF começará a analisar a situação de novos suspeitos acusados de associação criminosa armada, golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático, deterioração de patrimônio tombado, dano qualificado pela violência e grave ameaça com emprego de substância inflamável contra o patrimônio da União. A previsão é que o julgamento termine em 15 de maio.

Desde o ato de 8 de janeiro, a PGR já denunciou quase 1,4 mil pessoas.

8 de janeiro

Os prédios do Congresso Nacional, Palácio do Planalto e Supremo Tribunal Federal (STF) foram invadidos por bolsonaristas na tarde de 8 de janeiro. Eles protestaram contra a vitória de Lula e o uso das urnas eletrônicas.

Cerca de mil pessoas foram presas e levadas para a carceragem da Polícia Federal na capital. Algumas já foram liberadas por decisões do STF, enquanto outros ainda aguardam o pedido de habeas corpus.


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Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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