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POLÍTICA

Artesãos do Programa do Artesanato Mato-Grossense expõem na ALMT

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), por meio do Instituto Memória, realiza nos dias 5 e 6 de setembro, exposição de artesanato e gastronomia no saguão principal da Casa de Leis. Ao todo, 16 expositores estão participando da feira que faz parte do Programa do Artesanato Mato-Grossense – PAB/MT. 

Por aqui, muitas variedades. Materiais feitos de patchwork, acessórios em couro, produtos em madeira, acessórios femininos, crochê, rede, xale, caminho de mesa em tecelagem, bolsas regionais, brinquedos educativos e cachaça artesanal.

Na gastronomia, bolos de pote, doces, cuca, cueca virada, fatia húngara, torta salgada, doces regionais, paçoca de pilão, o famosos biscoitos Francisquito e casadinho, e banana chips. O almoço de quem visitar a feira também estará garantido. No primeiro dia (5), pratos com Maria Isabel, farofa de banana, feijão empamonado e tutu de feijão. No segundo dia (6), costelinha com arroz, feijão e farofa. Sucos, salgados, sonho, mini-pizza, e cachorro-quente também fazem parte do cardápio.

A superintendente do Instituo Memória. Mara Visnadi, falou da importância do Parlamento receber esses artesãos regionais, associações, programas voltados ao fomento da cultura mato-grossense.

“Os artesãos não têm local fixo, eles vivem da exposição de seus produtos e de suas artes. Então, eles procuram a ALMT e nós atendemos eles e abrimos esse espaço com essa oportunidade. ” 

Mara também ressaltou que, “além dos artesãos estarem mostrando seu trabalho, em um lugar seguro, arejado e bonito, eles também fazem contato para possível encomendas, além de divulgação dos trabalhos deles nas plataformas de divulgação da ALMT”.

 A artesã Lina Pedroso de Almeida expõe há 10 anos na ALMT. Para ela, a feira é uma forma de valorização dos profissionais da área e oportunidades de negócios. 

“Sou muito grata de aceitarem mais uma vez nossa proposta de feira e a gente poder expor nosso produto, mostrar, comercializar, eu já tenho uns dez anos que participo esporadicamente, mas sempre com sucesso. A gente tem um ambiente excelente, as pessoas são muito receptivas”, declarou Lina.

Janaina Nascimento faz peças de crochê e já expos na ALMT algumas vezes. “Já tenho bastante fregueses, que independente de eu estar aqui ou em casa recebo encomendas por telefone”, afirmou a artesão que aproveitou para convidar os servidores a conhecerem a e aproveitarem as variedades na exposição”. 

A superintendente do Instituto Memória, Mara Visnadi, aproveitou para convidar os servidores para assistirem na quarta-feira (6), às 8:30h, no saguão da ALMT, a fanfarra da Escola Estadual Alina do Nascimento Tocantins, do bairro Cidade Alta, Cuiabá.

“Os alunos irão fazer uma apresentação em homenagem ao dia 7 de setembro, onde é comemorado a Independência do Brasil, um marco histórico de extrema importância para o país. O evento conta com o apoio do deputado Dr.João (MDB)”, concluiu Mara.

Fonte: ALMT – MT

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POLÍTICA

TJMT suspende desocupação em condomínios após pedido da ALMT

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Em resposta ao pedido encaminhado pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) nesta sexta-feira (17), a Corregedoria-Geral da Justiça do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) decidiu suspender a medida de desocupação e determinou o encaminhamento do processo à Comissão Regional de Soluções Fundiárias para análise técnica do caso envolvendo famílias que residem nos condomínios Villas das Minas e Villas das Lavras do Sutil I e II, em Cuiabá. A decisão do Judiciário ocorreu após solicitação formal da Assembleia, diante da preocupação com os impactos sociais da medida.

A decisão considera que o caso apresenta potencial impacto social relevante, especialmente diante da possibilidade de cumprimento de medida de imissão na posse envolvendo famílias em situação de vulnerabilidade, e reforça a necessidade de adoção de etapas preparatórias antes de qualquer decisão de desocupação coletiva.

“Recebemos uma decisão muito importante da Corregedoria do Tribunal de Justiça, que representa uma vitória significativa para as famílias dos condomínios Minas e Lavras do Sutil. Ainda não vencemos a guerra, mas conquistamos uma batalha importante, que traz tranquilidade aos moradores que estavam vivendo momentos de angústia. Quero agradecer à Procuradoria da Assembleia e ao Poder Judiciário pela sensibilidade em olhar para essa situação. Esse resultado é fruto de um trabalho conjunto. Agora, vamos continuar dialogando e trabalhando para construir uma solução justa e definitiva para essas famílias. Contem com a Assembleia Legislativa, porque estaremos ao lado de vocês”, comemorou o deputado estadual Max Russi (Podemos), presidente da Assembleia Legislativa.

O procurador da Assembleia Legislativa, Ricardo Riva, explicou que a decisão da Corregedoria do Tribunal de Justiça foi resultado direto do pedido formal apresentado pela Casa, que apontou a necessidade de cumprimento de etapas legais e sociais antes da execução da medida de desocupação.

Segundo ele, a Assembleia solicitou a suspensão da imissão na posse justamente para garantir que o processo observe as exigências previstas na legislação e nas normas que tratam de conflitos fundiários coletivos.

“A Assembleia oficiou a Corregedoria do Tribunal pedindo a suspensão do cumprimento da imissão na posse, ou seja, da retirada das famílias dos apartamentos, porque existem etapas legais e sociais que precisam ser cumpridas antes de qualquer desocupação coletiva. A decisão da Corregedoria foi tomada a partir dessa solicitação e determinou o encaminhamento do processo à Comissão Regional de Soluções Fundiárias para análise técnica do caso”, explicou o procurador.

Ricardo Riva destacou ainda que a medida busca assegurar que qualquer decisão judicial seja precedida de avaliação técnica e de diálogo institucional, garantindo segurança jurídica e proteção às famílias envolvidas.

O pedido da ALMT – No documento encaminhado ao Judiciário, o presidente Max Russi alerta que o cumprimento da ordem de imissão na posse, decorrente de um processo de falência iniciado em 2003, pode resultar na retirada imediata de moradores de suas residências sem que haja medidas adequadas de acolhimento social às famílias afetadas. O ofício destaca que a execução da decisão, da forma como está prevista, pode gerar consequências sociais graves, especialmente para pessoas em situação de vulnerabilidade.

A Assembleia também argumenta que a condução do processo deve observar normas e diretrizes que tratam da proteção de direitos humanos e da mediação de conflitos. Entre os dispositivos citados estão o Provimento nº 23/2023 do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, a Resolução nº 510 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e orientações do Supremo Tribunal Federal (STF), que estabelecem que desocupações coletivas precisam ser precedidas de diálogo entre as partes e da definição de estratégias de atendimento às famílias atingidas.

De acordo com o documento, essas normas determinam que, antes da execução de despejos coletivos, sejam realizadas reuniões preparatórias e elaborados planos de ação que considerem a situação social dos moradores, garantindo alternativas de acolhimento e encaminhamento a programas habitacionais ou de assistência social, sempre que necessário.

Visita aos condomínios – Na noite de quinta-feira (16), Russi esteve pessoalmente nos residenciais para ouvir os moradores e acompanhar de perto a situação. Durante a visita, o parlamentar conversou com os condôminos e manifestou preocupação com a possibilidade de retirada imediata das pessoas de suas casas, destacando o clima de insegurança e aflição vivido pelos moradores. A presença do deputado no local ocorreu após relatos de que centenas de famílias temem perder suas moradias em razão de decisão judicial.

Fonte: ALMT – MT

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queiroz

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