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Justiça Militar isenta polícia e tropa; e culpa gestão Lula por 8/1

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Imagem mostra invasão de bolsonaristas em tentativa fracassada de golpe
redacao@odia.com.br (IG)

Imagem mostra invasão de bolsonaristas em tentativa fracassada de golpe

Um inquérito conduzido pelo Superior Tribunal Militar concluiu que as forças militares encarregadas de proteger o Palácio do Planalto durante os ataques golpistas de 8 de janeiro foram consideradas inocentes de qualquer culpa.

Em vez disso, foram levantados “indícios de responsabilidade” em relação à Secretaria de Segurança e Coordenação Presidencial, que faz parte do GSI (Gabinete de Segurança Institucional).

De acordo com o inquérito sob “sigilo”, porém, vazado hoje (31) pelo jornal “Folha de S. Paulo”, a investigação aponta que “se houvesse um planejamento adequado” no início do governo do presidente Lula (PT), a invasão ao palácio poderia ter sido evitada ou, pelo menos, os danos minimizados.

O General Carlos Feitosa Rodrigues, que estava à frente da Secretaria do GSI na época, foi nomeado em 2021 durante a gestão de Augusto Heleno, um conhecido apoiador do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) . Ele permaneceu no cargo sob o General Gonçalves Dias , ministro do GSI que renunciou em abril após a divulgação de imagens que questionavam a atuação do órgão durante o incidente de 8 de janeiro.

Segundo a reportagem, a investigação militar aponta para a responsabilidade de “forma genérica” à Secretaria de Segurança e Coordenação Presidencial/Dseg, mas não dá nomes específicos, nem respectivos cargos. O Departamento de Segurança Presidencial (DSeg) também foi citado nas conclusões.

Em 6 de janeiro, dois dias antes do ataque, o GSI previu que a situação seria de “normalidade” no fim de semana. No entanto, a Agência Brasileira de Inteligência teria enviado 11 alertas ao ex-ministro do GSI por meio de um grupo de WhatsApp entre 6 de janeiro e o início dos ataques.

Segundo a matéria, “o inquérito” aponta que “se o planejamento, o acionamento e a execução das ações relacionadas à integridade física do Palácio do Planalto e regiões adjacentes cabiam à Secretaria do GSI”.

A matéria investigativa diz que o inquérito alega que o “número de militares” em 8 de janeiro era menor do que em 31 de julho do ano anterior, quando Jair Bolsonaro convocou manifestantes contra o STF, quando 110 militares estavam na ativa para reforçar a segurança do Planalto. Já em 8 de janeiro, na invasão da Praça dos Três Poderes, um pelotão com 36 homens do Comando Militar do Planalto havia sido enviado para reforço, somente por volta das 12h.

O inquérito militar enfatiza que não foram encontrados indícios de crime militar ou comum na atuação das tropas, pois a falta de planejamento impossibilitou uma reação adequada ao grande número de invasores e ao comportamento agressivo dos mesmos.

Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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queiroz

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